quarta-feira, 23 de abril de 2014

Filosofia do irmão da estrada



Þ Se Jeová andasse direito mesmo, não precisava de testemunha.

Þ Marido de mulher feia não gosta de feriado.

Þ 1° de abril. Dia nacional do político brasileiro.

Þ O dinheiro não é tudo na vida. E, geralmente, nem o suficiente.

Þ Casamento é uma soma de afetos, uma subtração de liberdade, uma multiplicação de problemas e uma divisão de bens.

Þ Reduzido na mão, turbinado no pé e louco por muié.

Þ Antes eu sonhava, hoje não durmo mais.

Þ Mulher é coisa medonha, faz o rico ficar pobre e o pobre sem-vergonha.

Þ Mulher é como música, só faz sucesso quando é nova.

Þ Champanhe de pobre é sonrisal.

Þ Em baile de cobra, sapo não dança.

Þ Se você tem olho gordo, use colírio Diet.

Þ A vida de solteiro é vazia. A de casado enche.

Þ O pior cego é o que não quer aprender o método Braile.

Þ Em Cubatão toda a quarta-feira é de cinzas.

Þ Não julgue o livro pela capa e a mulher pelo sorriso.

Þ Motorista irritado, perigo dobrado.

Þ Rico Saca; Pobre Saqueia; Político Sacaneia!

Þ Se andar fosse bom, o carteiro seria imortal.

Þ Estrada reta é igual à mulher sem cintura: só dá sono.

Þ Se não gosta do jeito que dirijo, saia da calçada.

Þ No teatro do poder, todos são formados em artes cínicas.

Þ Não tenho vícios. Só bebo e fumo quando jogo.

Þ Sorria, sua mulher me ama.


(Do livro “Piadas & Para-choques”) 

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