domingo, 6 de abril de 2014

Frases finais


“Um momento, padre, vamos sair juntos!”

(Madame de Pompadour a um padre em seu leito de morte)

“Doutor, será o que foram as salsichas?”

(Paul Claudel)

"É pequeno, muito pequeno, não é verdade?"

(Ana Bolena mostrando o seu pescoço ao carrasco)

“Me virem um pouco, deste lado já estou assado.”

(São Lourenço ao ser queimado na fogueira)

“Deixem entrar a luz!”

(Goethe)

“Morro sem saudade, pois deixo a minha pátria vencedora.”

(Epaminondas)

“A geração da águia foi castigada até no seio de Júpiter.”

(Esopo)

“Senhor, não lhes imputeis este pecado”

(Santo Estevão ao ser morto por apedrejamento)

“Até tu, Brutus, meu filho?”

(Caio Júlio César ao ser apunhalado por seu filho adotivo Brutus)

“Muito bem!”

(George Washington)

“Malvado! Malvado! Não me descomponha!”

(Maria Antonieta quando o carrasco quis afastar a gola do vestido)

Deixem-me ouvir, uma vez mais, esses sons que foram, 
durante tanto tempo, a minha consolação e alegria.”

(Mozart)

“É já tarde!”

(Ludwig von Beethoven)

“É chegada a ocasião de descansar!”

(Lord Byron)

"Eu já não o vejo!"

(Almeida Garret ao seu amigo Gomes de Amorim)

“Estou muito mal!”

(Richard Wagner)

“Sinto que volto a mim.”

(Walter Scott)

“Amei Deus, meu pai e a liberdade.”

(Madame de Stael)

“Liberdade para sempre”

(Adam Smith)

“Não quero sobreviver a esta afronta!”

(Vatel, o cozinheiro de Luis XIV,
suicidando-se ao antever o fracasso de um banquete)

“Estou salvo!”

(Thomas Cromwell – ao ser executado e desejando a sua morte)

"Meu Deus! Esperei em vós; entrego a minha alma nas vossas mãos!"

(Maria Stuart ao ser executada)

“Sempre melhor, sempre mais tranquilo”

(Schiller, poeta alemão)

“Estes frades! Estes frades!”

(Henrique VIII aos frades que, na hora morte,
tentaram convertê-lo ao Cristianismo)

“Enterrem-me junto dos meus cães.”

(Frederico II, o Grande, rei da Prússia)

“Meu Deus! Sofre-se assim e o céu cheio de estrelas.”

(Guilherme Braga, poeta português)

"Todo o meu reino, Senhor, por mais um minuto!"

(Isabel I, rainha da Inglaterra)

Adeus, bela natureza do Brasil!”

(e tirando um barrete da cabeça)

“Chegou a morte. Devemos tirar-lhe o chapéu.”

(Visconde de Taunay, escritor brasileiro)

“Ó Liberdade! Quantos crimes se cometem em teu nome!”

(Madame Roland ao ser executada na Revolução Francesa)

“É só isso a morte?”

(Jorge IV, rei da Inglaterra)

“Abram a janela. Quero ver o mar!”

(Rosalia de Casto , escritora e poeta galega)

“Agora, é preciso saber morrer com a resignação de um cristão.”

(Juan de Padilha, revolucionário castelhano antes de ser executado)

“Venci em todo o mundo.”

(Inácio de Loyola, religioso espanhol)



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