segunda-feira, 5 de maio de 2014

Definições e Outras Coisas


Adulto: É uma pessoa que sabe tudo, mas quando não sabe diz logo “veja numa enciclopédia”.

Alegria: Não cansa criança. O que cansa é mãe mandando parar.

Aluno: Se eu sou bom aluno? Sou o melhor dos piores e o pior dos melhores.

Amar: É gastar todo o coração com uma pessoa só.

Amor: Eu gosto tanto, tanto de você que, mesmo que você não fosse minha mãe, eu ia gostar.

Bondade: A gente vê tanta maldade no mundo, tanta maldade na televisão que, eu acho, não fazer mal a ninguém, já é uma superbondade.

Brincar: Gente grande pergunta, sempre, o que a gente está fazendo, porque não sabe que uma menina de seis anos só pode estar brincando.

Brinquedo: O Brinquedo que eu mais gosto é o que eu tenho.

Cabeça: Todo mundo quer saber o que se passa na minha cabeça. Xampu, né?

Cachorro: É um bicho que gosta tanto da gente que nem devia se chamar cachorro.

Chocolate: É uma coisa que agente nunca oferece aos amigos porque eles aceitam.

Criança: Papai vive dizendo que “criança é a alegria da vida”, mas comigo é só reclamação, reclamação, reclamação. Filho não é criança?

Dentista: É uma pessoa que diz que tirar dente não vai doer. E não dói, mesmo. Na boca dele.

Deus: Se eu acredito em Deus? Coitado de mim se eu não acreditasse. Quando mamãe diz “vá com Deus” com quem é que eu vou?

Educação: É uma coisa que meu pai diz que eu não tenho e nem desconfia que foi ele que não me deu.

Escola: É um lugar que tem duas melhores coisas: merenda e recreio.

Felicidade: De criança é não ser chateado por adulto. Felicidade de adulto é ficar lembrando de quando ele era criança.

Férias: É agente poder brincar tudo que podia fazer no recreio, mas não fez porque ficou esperando as férias.

Gostar: Quando o senhor, papai, me dá mesada, pelo tamanho dela fico sabendo quanto o senhor gosta de mim. Este mês o senhor só gostou vinte reais.

Hoje: Pode ser um dia bom ou mau. Se for dia de aniversário... é bom. Se for dia de receber boletim... é péssimo.

Inteligência: Eu sou inteligente porque sei que sou inteligente. Nenhum menino bobo sabe que é bobo.

Jornal: É uma coisa que papai lê na hora em que eu preciso dele pra me ajudar no dever.

Lógica: Uma nota de dez rasgada ao meio não dá duas de cinco, dá?

Mãe: Quando você era menina, quem era a minha mãe?

Novela: É uma história que vive enganando você. Quando você pensa que o pai da mocinha é aquele... não é. É um outro que desapareceu e só vai aparecer na hora em que era melhor que nem aparecesse.

Otimista: Quem bom! Acabaram, justo agora, os ingressos para esta sessão de cinema. Vamos ser os primeiros da outra.

Pai: Meu pai é pai que eu gostaria ter mesmo!

Pão: Não sei por que na reza só se pede o “pão nosso”. Na minha reza eu peço bife com batata frita e até sobremesa.

Pensamento: É uma coisa que só dá na cabeça, né?

Raiz: Meu professor de Matemática deu pra falar de Botânica. Mãe, a senhora conhece alguma árvore de raiz quadrada?

Saudade: É vontade de voltar. Tristeza é vontade de nem ir.

Tristeza: É menina sem pulseira, menino sem bola, galinha sem pintinho e bicicleta sem menino. 


(Do livro “Dicionário de Humor Infantil”, de Pedro Bloch)


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