domingo, 1 de junho de 2014

Curiosidades futebolísticas do Internacional



→ Acima, o primeiro distintivo do Sport  Club Internacional, criado em 1909: com a forma à inglesa.

→ Se a escolha do distintivo fosse feita com a grafia aportuguesada: ficaria Esporte Clube Internacional, distintivo e não a forma à inglesa: Sport Club Internacional, o distintivo ficaria como está abaixo:


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Evolução do distintivo do Inter

→ As cores escolhidas foram deliberadas através de um concurso, entre as cores de duas sociedades carnavalescas da cidade: ou ficavam com verde e branco do Esmeralda; ou com o vermelho e branco dos Venezianos. Ganhou a cor dos Venezianos.


Acima, pimeiro distintivo e primeira camiseta


→ O Saci, * figura símbolo do Internacional, foi criado na década de 50. Quando surgiu era chamado de negrinho. O símbolo saiu das páginas esportivas da antiga Folha Desportiva e do jornal A Hora.

* O desenho do atual foi feito pelo escritor, desenhista e caricaturista Ziraldo.

→ Henrique Poppe, foto abaixo, vindo de São Paulo, foi rejeitado em clubes gaúchos e, por isso, fundou o S. C. Internacional, numa casa na Avenida João Pessoa, ao lado do terreno da Várzea, atual Parque Farroupilha.



→ Um dos mais tradicionais e importantes clubes esportivos da cidade. Foi fundado em 4 de abril de 1909 “por um grupo de jovens empregados no comércio e residentes n 2° distrito”, segundo notícia do Correio do Povo à época.


→ Se primeiro campo de esporte já utilizado no primeiro mês de fundação, era na Rua Arlindo (foto acima), nas imediações da Ilhota. A denominação “Internacional”, segundo Carlos Lopes dos Santos, bem informado cronista do clube, deveu-se a ter esse nome o então campeão de futebol da capital paulista. Quanto às cores – vermelho e branco –, a opinião predominante é de que decorressem de influência da sociedade carnavalesca Venezianos, que, ao lado da Esmeralda, dividia as preferências dos porto-alegrenses. Vermelho e braço eram as cores da “Venezianos".

→ As inundações frequentes fizeram com que fosse logo abandonado o campo da Rua Arlindo, passando o Internacional a disputar suas partidas em terreno da Várzea, no local onde hoje se encontra o Hospital de Pronto Socorro. A diretoria eleita em 1912 conseguiu alugar um campo na Azenha, no trecho hoje cortado pelas ruas Germano Hasslocher, Afonso Pena e Damasco, desenvolvendo ali um longo ciclo de vida, que só terminaria em 1931, quando o clube adquiriu sua primeira propriedade – o Estádio dos Eucaliptos, com gente à Rua Silveiro, no Menino Deus.  O campo da Azenha, aliás, também fora conhecido como “Chácara dos Eucaliptos”. O estádio inaugurado em 1931, o foi graças aos grandes esforços do Eng. Ildo Meneghetti, então presidente do clube, e que por isso mesmo se tornaria mais tarde o seu patrono. Durante muitos anos, até a construção do Estádio Olímpico, do Grêmio Porto-Alegrense, a praça de esportes da Rua Silveiro foi a principal da cidade.

→ Em 1969, depois de um esforço do quadro social e dirigentes, foi inaugurado à Avenida Padre Cacique. À margem do Guaíba, o grande Estádio Beira-Rio, com capacidade aproximadamente para 100 mil espectadores.

*Com a reforma do estádio, passou para 51 mil pessoas confortavelmente instaladas.
  
(Do livro “Guia Histórico de Por Alegre”, de Sérgio da Costa Franco)

→ O hino do S. C. Internacional, Celeiro de Ases, foi criado pelo radialista carioca Nélson Silva, que trabalhava na Rádio Farroupilha. Veja letra original abaixo:



Acima, Nélson Silva*, abaixo seu hino datilografado:



*Um dia falei com Nelson Silva, ele sempre lamentou que nunca ganhou nada do Inter por ter feito o hino, nem mesmo o direito de assistir aos jogos de graça.

 Nos anos 50, o Inter possuía um animal que servia de amuleto e dava sorte: Chica, uma cabrita malhada que era levada em quase todos os jogos do colorado em Porto Alegre. Na casa do adversário era comprado um ingresso para Chica e ela era instalada em uma cadeira numerada.

 A DPC – Departamento de Propaganda e Cooperação foi a primeira torcida organizada a surgir no Rio Grande do Sul e pertencia ao Inter. A DPC era ligada à diretoria e seus integrantes iam a campo com uma blusa vermelha.


Vicente Rao, criador da DPC

 Em 15 de março de 1931, foi inaugurado o Estádio dos Eucaliptos, de propriedade do Sport Club Internacional. O estádio, com arquibancadas de madeira, recebeu o nome de Eucaliptos em função da ini­ciativa de Oscar Borba, que cercou a área com mudas de eucaliptos trazidos de Viamão. A primeira partida foi diante do arquirrival, o Grêmio Porto-Alegrense, e a vitória foi colorada, 3 a 0, com gols de Jawell.

 O Inter foi o primeiro clube gaúcho a vencer um clube paulista no Pacaembu, São Paulo. A partida aconteceu em 28 de maio de 1967 e valia pela fase final do Torneio Roberto Gomes Pedrosa. O Inter bateu o Corinthians por 1 a 0, gol de Lambari, que acabou sendo homenageado com a exposição de suas chuteiras numa vitrine da Rua da Praia, em Porto Alegre.

 O lendário ponta-direita colorado, Osmar Fortes Barcellos, o Tesourinha, que atuou no clube entre 1939 e 1949, não recebia salários pelo seu trabalho. Tesourinha jogava em troca de 1 litro de leite por dia.


Tesourinha


Tesourinha no último jogo nos Eucaliptos

→ Larry Pinto de Faria, ídolo colorado dos anos 50, foi o primeiro jogador do Inter a exercer um mandato político. Larry elegeu-se deputado estadual pela UDN em 1962.


→ Larry, goleador do Internacional nos anos 50, já atuou e marcou gols em campos muitos ruins, como o campo da foto abaixo, de Assis Hoffmann.


 A Chácara dos Eucaliptos, inaugurada em 1912, foi o primeiro campo oficial do Inter.


 O torcedor símbolo do Inter nos anos 40 chamava-se Charuto. Ele entrava no estádio e bebia de graça.


Charuto, "concentrado", para mais um jogo do Inter

 O primeiro jogador negro a atuar pelo Inter foi Dirceu Alves, que era zagueiro, no ano de 1925.

José Francisco Duarte Junior, apelidado Teté, foi o mais carismático treinador do Internacional.



 Na era Beira-Rio, o técnico Rubens Minelli, foto abaixo, é o detentor do recorde de permanência no cargo: 3 anos, 11 meses e 10 dias.


→ A maior goleada aplicada pelo Inter em clássicos Grenais aconteceu em 17 de setembro de 1948, Inter 7x0.

 A maior invencibilidade do Inter na sua história ocorreu no ano de 1984, sob o comando do técnico Otacílio Gonçalves da Silva Jr.; o colorado chegou a incrível marca de 39 partidas sem perder. Foram 26 vitórias e 13 empates. A sequência foi quebrada em 21/10/1984 pelo Santa Cruz que bateu o Inter por 2 a 1 em Santa Cruz do Sul pelo Gauchão daquele ano.

 No Grenal do dia 01.11.1938, em uma tarde de domingo, no estádio da Timbaúva, em partida amistosa válida pela disputa da Taça Martel, o colorado venceu o tricolor por 6 a 0, e o árbitro Álvaro Silveira ainda anulou 5 gols do Inter.

 O zagueiro Nena do Inter, na época do Rolo Compressor, na década de 40, tinha o apelido de “Cabeça de Aço”*, porque nas bolas aéreas tiradas por ele quase sempre surgiram perigosos contra-ataques.


Nena, o parada 18

* E tinha também o apelido de Parada 18, um ponto de parada de ônibus no Bairro da Tristeza, onde havia uma famosa loja, que muitos paravam para fazer compras. Ninguém passava pelo Nena, todos paravam na parada 18.

→ No dia 7 de julho de 1963 foi lançada a pedra fundamental da construção do Estádio Gigante da Beira-Rio. Para celebrar o momento, uma missa comandada pelo bispo Dom Edmundo Kunz, conselheiro do clube na época, foi celebrada neste dia. "Aqui todos serão iguais, sem diferenças ideológicas, políticas, religiosas, sociais - todos serão irmãos", afirmou durante a missa Dom Edmundo.

Quem estava presente pelo Inter foi José Pinheiro Borda, de terno claro, à esquerda, e pela Arquidiocese de Porto Alegre Dom Edmundo Kunz. Na ocasião, foi plantada a primeira árvore do futuro estádio.


José Pinheiro Borda, à esquerda. A foto do evento é de Norma Prates

→ A primeira vitória do Internacional em São Paulo, Estádio do Pacaembu: A histórica vitória de 1 a 0 do Inter sobre o Corinthians aconteceu no dia 28 de maio de 1967. O Corinthians havia vencido suas 15 partidas anteriores e parecia imbatível. Mas, com gol de Lambari em pleno Estádio Pacaembu, foram os gaúchos que comemoraram. O jogo foi válido pela fase quadrangular final do Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Até então nenhum gaúcho tinha conseguido tal feito. Time da vitória:

Ficha técnica – Corinthians 0×1 Inter – 28/05/67

Corinthians: Marcial; Jair Marinho, Ditão, Clóvis e Maciel; Dino e Rivelino (Nair); Bataglia (Marcos), Tales, Silvio (Flávio) e Gilson Porto. Técnico: Zezé Moreira.


O time do Internacional que quebrou o tabu do Pacaembu (foto acima) em pé, da esquerda para a direita: Gainete, Sadi, Scala, Luis Carlos, Elton e Laurício. Agachados, na mesma ordem: Carlitos, Bráulio, Joaquim, Lambari e Dorinho.

Obs.: Marino entrou no lugar do Bráulio, Claudiomiro no lugar de Joaquim. Técnico: Sérgio Torres. Gol: Lambari (I). Local: Pacaembu.

Último do time do Internacional a jogar no Estádio dos Eucaliptos, foto abaixo, no anos de 1968 começo de 1969: Em pé, da esquerda para a direita: Gainete, Sadi, Scala, Luis Carlos, Tovar e Laurício; agachados, na mesma ordem: Valdomiro, Bráulio, Claudiomiro, Dorinho e Canhoto



Mudando para casa nova

(Charge de Sampaulo)

 O estádio Beira-Rio foi inaugurado em 06.04.1969, e, na partida, o Inter aplicou 2 a 1 no Benfica de Portugal. Claudiomiro, de cabeça, e Gilson Porto marcaram os gols colorados. Eusébio descontou para os ­portugueses.


Banda dos Fuzileiros Navais se apresentando no Beira-Rio


Cortando a fita simbólica no dia da inauguração.


Primeiro Placar eletrônico

→ Em 1984, o Inter foi a base da Seleção Olímpica do Brasil que trouxe a medalha de Prata nos Jogos de Los Angeles. A equipe brasileira foi derrotada na final pela França por 2 a 0. Dentre os atletas que se destacaram estiveram Gilmar, Pinga, Mauro Galvão, André Luis, Ademir, Dunga, Tonho, Kita e Silvinho.

 A expressão Grenal foi criada em 1926 pelo jornalista e gremista Ivo Martins.


Cartaz anunciando o primeiro Grenal

 Em 1974, o Internacional conquistava pela 2ª vez o hexacampeonato gaúcho com uma campanha inacreditável: 18 jogos - 18 vitórias, título que antes somente havia sido alcançado pelo Rolo Compressor em 1945, e pelo Grêmio em 1967.

 O chamado Grenal Farroupilha, disputado em 22 de setembro de 1935, foi o último jogo do lendário goleiro Eurico Lara pelo Grêmio. Adoentado, Lara foi substituído por Chico no intervalo. Hospitalizado, faleceu dois meses depois.

 O recorde de títulos consecutivos na história do Gauchão é do Inter. De 1969 até 1976, na chamada Era Beira-Rio, o Inter conquistou o octacampeonato. Nesse período, o time que apresentava Figueroa, Falcão e Carpegiani, alcançou a marca de 17 Grenais sem derrota.

 O recorde de gols de um só jogador em Grenal pertence a um atacante do Inter: Vares, que marcou todos os seis gols na vitória de 6 a 1 sobre o Grêmio, em 1916.

 O Internacional foi campeão gaúcho pela primeira vez em 1927. Para chegar ao título, a equipe venceu a final contra o Grêmio Bagé. No total, o Inter tem 33 títulos regionais.

 Carlitos, o maior goleador da história do Grenal, disputou seu último clássico em 25 de maio de 1951. Da estreia em junho de 1938 à despedida, foram 14 anos de Grenal, com 62 jogos e 40 gols marcados.

→ O Internacional foi o único campeão invicto do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1979, sob o comando do técnico Ênio Andrade. Na foto abaixo, da esquerda para a direita, em pé, o time campeão: João Carlos, Benitez, Mauro Pastor, Falcão, Mauro Galvão e Cláudio Mineiro. Agachados, na mesma ordem: Valdomiro, Jair, Bira, Batista e Mário Sérgio*.



*Mário Sérgio, como comentarista da Fox Sports, faleceu na Colômbia, em 30.11.2016, quando ia cobrir o jogo da Chapecoense.

Abaixo, a Comissão Técnica vencedora do campeonato em que o Internacional ganhou invicto em 1979:



Ênio Andrade, Gilberto Tim, o médico e Frederico Arnaldo Balvê

→ Na semifinal, de 1979, o Inter teve pela frente um adversário complicadíssimo: o Palmeiras de Telê Santana e Jorge Mendonça, num duelo que serviria para desempatar os clubes que mais levantaram a taça do Brasileiro naquela década (duas vezes cada um). Quem vencesse, diziam muitos, já seria o virtual campeão e o “campeão dos anos 70” no Brasil. O Internacional ganhou do Palmeiras 3 a 2. Antes do jogo contra o Palmeiras, o Jornal da Tarde, de São Paulo, provocou ao questionar quem era melhor: Mococa, do Palmeiras, ou Falcão, do Internacional. No dia seguinte, a pergunta foi respondida…


→ Paulo Roberto Falcão, o maior craque da história moderna do Internacional e, talvez, de todos os tempos.


→ Na edição de 1982, O Internacional disputou o Torneio Joan Gamper, o quadrangular foi disputado com os cruzamentos de Barcelona x Internacional e Colônia x Manchester City decidindo quais equipes disputariam a final. A torcida dos catalães estava muito empolgada porque era a estreia Diego Maradona no remodelado Camp Nou. . A partida terminou em 0 a 0 e o Colorado venceu nos pênaltis por 4 a 1, com gols de Ruben Paz, Andrezinho, Ademir Kaefer e André Luiz. Apenas o Maradona conseguiu converter um pênalti pela equipe catalã. Enquanto isso, o Manchester City também elimina o Colônia através das penalidades, após empate de 1 a 1. Na final, no dia 25 de agosto de 1982, o Internacional foi escalado com: Benítez, Edvaldo, Mauro Pastor, André Luís, Mauro Galvão, Ademir Kaefer, Paulo Cezar (Fernando Roberto), Ruben Paz, Muller (Joãozinho), Cléo (Sílvio) e Silvinho. E o Manchester City jogou com: Corrigan, Radson, MacDonold, Tweart, Bond, Caton (Davis), Reeves, Hartford, Cross, Powell e Hereide. O Inter teve uma atuação de altíssimo nível contra o Manchester City e o derrotou por 3 a 1. Os gols do título foram marcados por Edvaldo, Paulo Cezar e Fernando Roberto, e MacDonald descontou para a equipe inglesa.


Maradona, acima, e André Luis, abaixo, levantando o troféu


O Internacional, nos anos de 2006 e 2007, conquistou a Tríplice Coroa: Taça Libertadores da América, Taça do Campeonato Mundo Interclubes e Taça da Recopa dos Campeões. Abaixo a três traças que estão no Museu do Internacional.



Taça da Libertadores, Taça do Mundial e da Taça da Recopa

→ Em 2006, o Internacional conquista o seu primeiro título de Campeão Mundial de Futebol. O time, na foto abaixo, tinha a seguinte formação: Em pé, da esquerda para a direita: Alexandre Pato, Índio, Edinho, Wellington Monteiro, Fabiano Eller e Clêmer; na primeira fila, na mesma ordem: Ceará, Iarley, Alex, Fernandão e Rubens Cardoso. Entrou no segundo tempo, no lugar de Fernandão, Adriano Gabiru, que marcou o gol do título. Técnico: Abel Braga.


→ Em 2010, foi a vez do capitão Bolívar, foto abaixo, levantar a Taça de Campeão da Libertadores da América:



→ Time base: Renan; Nei, Bolivar, Índio e Kleber; Sandro, Guiñazu, Tinga (Andrezinho) e D'Alessandro (Giuliano); Taison (Leandro Damião) e Alecsandro (Rafael Sóbis). Técnico: Celso Roth.

Principais jogadores do Internacional de 2010: Renan, Pato Abbondanzieri, Nei, Kleber, Bolívar, Índio, Fabiano Eller, Sandro, Guiñazu, D’Alessandro, Tinga, Giuliano, Andrezinho, Alecsandro, Taison, Rafael Sobis, Leandro Damião.


→ Na fila ao alto, da esquerda para a direita: Bolívar, Sandro, Renan, Índio, Kleber, e Guiãzú; na primeira fila, na mesma ordem: Taison, Nei, Alecsandro, Dalessandro e Giuliano.

Em 2008, o Internacional conquistou a Copa Sul-Americana, com o seguinte time que jogou a última partida contra o Estudiantes de La Plata: Lauro, Bolívar, Índio, Álvaro, Marcão, Edinho, Magrão, Guiñazu, D'Alessandro, Alex,  Nilmar, Técnico: Tite. Abaixo, a foto dos titulares e reservas do Inter.


Gols famosos de craques colorados


Carlitos e o seu famoso gol inclinado


Don Elias Figueroa subia mais do que toda a defesa do Cruzeiro, em meio ao único raio de sol no Beira-Rio, para fazer o histórico “Gol Iluminado”, que deu o título de Campeão Brasileiro de 1975.


Claudiomiro fazendo o primeiro gol do Beira-Rio, no dia de sua inauguração contra o Benfica de Portugal, em que o Inter ganhou por 2 a 1.


Gabiru fazendo, contra o Barcelona, em 2006, o gol mais importante da história do Inter.


O melhor Inter de todos os tempos,
segundo enquete feita pela revista Placar:

Em pé, da esquerda para a direita:

Paulinho – Manga – Figueiroa – Gamarra – Oreco – Salvador

Agachados, na mesma ordem:

Tesourinha – Paulo César Carpergiani – Falcão – Valdomiro – Fernandão

Técnico: Rubens Minelli


Recibo da compra do terreno para a construção
do Estádio do Eucaliptos

→ O time do Internacional que ganhou o campeonato brasileiro de 1975, na foto abaixo, da esquerda para a direita, em pé: Valdir, Manga, Figueiroa, Hermínio, Chico Fraga e Falcão; agachados, na mesma ordem: Valdomiro, Caçapava, Flavio Minuano, Paulo Cezar Capergiani e Lula. Técnico Rubens Minelli.


→ O time do Internacional que ganhou o bi-campeonato brasileiro de 1976, na foto abaixo, da esquerda para a direita, em pé: Manga, Cláudio, Figueiroa, Vacaria, Marinho Perez e Falcão; agachados, na mesma ordem: Valdomiro, Jair, Dario, Caçapava e Lula. Técnico Rubens Minelli.


Estádios do S. C. Internacional


Primeiro Estádio , já na chácara dos Eucaliptos, em 1945

  

Estádios do Eucaliptos - anos 50


Como seria o Estádio dos Eucaliptos,
que nunca foi concluído.


Área tirada do rio para a construção do estádio


Iniciando a construção do estádio.


Beira-Rio antigo


Beira-Rio e Parque Gigante no Google  Earth


Estádio Beira-Rio, para a Copa de 2014.


Beira-Rio atual


Beira-Rio iluminado


Beira-Rio interior do estádio


Beira-Rio: visão dos camarotes


Centro de Treinamento no Parque Gigante


Foto do último jogo no Beira´Rio da Copa de 2014


Viaduto próximo ao estádio


O Complexo Beira-Rio para o futuro



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