quarta-feira, 4 de junho de 2014

Historietas




O grande escritor

Um turista americano em Tel-Aviv estava visitando o impressionante Auditório Mann e ia assistir a um concerto da Filarmônica de Israel. Ele estava admirando a arquitetura e a decoração moderna de todo o prédio. Ele pergunta então ao guia se o prédio tinha esse nome em homenagem a Thomas Mann, o escritor  de fama mundial.
- Não, o nome foi dado em homenagem a Frederic Mann, da Filadélfia.
- Caramba! Eu nunca ouvi falar dele. O que ele escreveu?
- Um cheque!

O novo romance

O famoso escritor, atacado de esgotamento, teve que ser internado. Depois de alguns meses de tratamento, o seu médico achou que ele ficaria perfeitamente bom se o colocassem no seu ambiente natural, isto é, numa biblioteca, com uma máquina de escrever e livros. No primeiro, dia o famoso escritor bateu na máquina por alguns minutos. Mas do segundo dia em diante, datilografava furiosamente várias horas por dia. Ao fim da semana, comunicou ao medico que tinha terminada  seu novo romance. Satisfeito por ver que sua ideia dera resultado tão rapidamente, o médico pegou no calhamaço e começou a ler:

“Casimiro, o fazendeiro mau, precisava ir à cidade com toda a urgência. Mandou arrear sua mula favorita. Mas como esta não fosse encontrada, arrearam outra mula muito teimosa. O fazendeiro saltou para a sela e gritou:
- Eia, mula, vamos! – E mula nada de se mexer. - Vamos, mula! Eia! Vamos, mula!...”
Daí a pouco, espantado, o médico observara:
- Mas que é isso? Seguem-se 100 páginas com a repetição: “Eia mula, vamos!”
- É para o senhor ver – diz o romancista – até que ponto o diabo da mula era teimosa.

(Almanaque do Correio do Povo)


Discussão de intelectuais

Tudo começou quando Ledo Ivo fazia uma palestra sobre o modernismo. Reza a lenda que Oswald de Andrade calhou de estar na plateia. Sempre que podia, interrompia o crítico, ruidosamente. Até Ivo se impacientou: “O Senhor é o calcanhar-de-aquiles da literatura brasileira!” A resposta, dedo em riste: ”E o senhor é chulé de Apolo!”

Agora mesmo!

Rossini, não o compositor, mas o grande ator do século XVIII, havia sido convidado para um jantar em que a comida fora bem parca. À hora do café, o dono da casa, num infeliz rasgo de cortesia, disse:
- Eu espero que o senhor possa nos dar a honra de jantar conosco outra vez.
- Com muito prazer, respondeu sem hesitar o faminto Rossini. Agora mesmo, se o senhor quiser!

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