quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Como é que é?




Escrito ao pé da nota fiscal de uma funerária:

“Obrigado. Volte sempre.”


Na porta dos correios:

Puxe. Se não adiantar, Empurre.
Se não adiantar, estamos fechados.
Volte outra hora.”


Placa acima de uma balança num consultório médico:

“Finja que é o seu Q.I.” 


Visto na porta de uma loja de consertos:

“Consertamos qualquer coisa.
(Por favor, bata na porta – a campainha não funciona.)


Na traseira de um caminhão de uma empresa de coleta de lixo:

“Satisfação garantida ou sua mercadoria de volta.”


Aviso na porta de um dentista em fevereiro:

“Saí atrás de um bloco.”


Letreiro em frente a uma loja de artigos esportivos:

“Bolas de golfe do tamanho de granizos.”


Placa em frente a consultório dentário:

“Estacionamento exclusivo para o dentista.
Infratores receberão uma consulta.”


Estampado num carro estacionado em frente a uma clínica de obstetrícia:

“Fooorça!”


Aviso encontrado em um termômetro:

“Uma vez utilizado para medir o temperatura retal,
este termômetro não deve ser usado por via oral.”


Anúncio de classificado num jornal de uma cidade do interior:

“Cão à venda. Labrador.
Come qualquer coisa, adora crianças.”


Nos classificados de um jornal:

“Furão, gosta de crianças, excelente animal,
mas mastigou a orelha do porquinho-da-índia.
Vendemos, também, o porquinho-da-índia
parcialmente surdo.”


Nos classificados de um jornal:

“Pombos domésticos à venda.
Deve-se morar bem longe.”


Cartaz visto no portão de uma casa:

“Cachorro amigo, pedimos a gentileza de orientar seu dono a
ensiná-lo a fazer essa sujeira em outro lugar 
que não seja a nossa porta.”


Cartaz em uma delegacia nos Estados Unidos:

“Em Deus confiamos.
Nos outros usamos o detector de mentiras.”


Frase no vidro de um carro:

“Não corra mais do que seu anjo possa voar.”


Aviso de um restaurante:

“Nice Café. Não temos menu.
Só lhe damos o que você merece.”


Irritado com o barulho produzido pelos fieis na igreja
em frente a sua casa,
uma pessoa afixou uma placa no muro:

“Por favor, não gritem.
Deus não é surdo!”


Anúncio nos classificados de um jornal:

“Sujeito gordo, insípido, deseja vender aparelho de ginástica.
Posso ser encontrado, à noite, no sofá.”


Cartaz de uma lotérica:

“Você tem a mesma chance de ganhar na loteria,
jogando ou não.”


Numa loja de consertos de aparelhos domésticos:

“Satisfação imediata demora demais.”


Numa barbearia:

“Nunca pergunte ao barbeiro 
se você está precisando cortar o cabelo.”


Na porta de uma igreja:

“Sermão matutino: Jesus caminha sobre a água.
Sermão noturno: À procura de Jesus.”


Na porta de outra igreja:

“Senhoras, não esqueçam do bazar de caridade.
É uma chance de se livrarem de tudo 
que já não vale a pena ter em casa.
Não se esqueçam de trazer os seus maridos.”


Num classificado de jornal do interior:

“Troco vestido de noiva por carrinho de bebê”


Em outro anúncio de jornal:



“Vendo mala por motivo de viagem.”



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