quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Histórias de Almanaques

 

Há muitos anos, quando uma companhia que explorava a navegação do Rio Mississipi, USA, tentou impedir a construção de uma ponte sobre o rio para a estrada de ferro. O Juiz Mead, célebre orador, falou durante duas horas a favor dos homens do rio. Ao terminar, foi longamente aplaudido. Levantou-se então o advogado da estrada de ferro de Rock Island e falou por um minuto apenas: 

“Em primeiro lugar, desejo felicitar o meu oponente pela sua belíssima oração. Nunca ouvi um discurso mais belo. Mas ele nada tem a ver com o caso. A questão se limita ao seguinte: cabe-lhes decidir, senhores jurados, se o direito de subir ou descer um rio é maior do que o direito de atravessá-lo.” 

Disse e sentou-se. Não foi difícil aos jurados decidir a favor daquele alto e canhestro advogado do interior. Chamava-se ele Abraão Lincoln. 

Para que tanta confusão? 

Um homem estava descansando debaixo de uma árvore, quando um amigo lhe gritou:

- Ei, por que não vai cortar um bocado de lenha?

- Para quê?

- Para vender. Com esse dinheiro você pode comprar um burro e entregar a lenha de casa em casa. Assim ganha mais dinheiro e pode comprar um caminhão; depois, uma pequena serraria e um frota de caminhões. Então constrói um império para você!

- Para quê?

- Para se milionário e aí poder repousar em paz!

- E que é que você acha que estou fazendo agora? 

O miolo do juízo 

Três filósofos. Aaro, Bruno e Carolus, dormem junto à fogueira do acampamento. Um perito em encerar esquis, ansioso para pregar uma peça nos três, passa por ali e derrama um pouco de breu na testa de cada homem.

Logo que despertam, os três pensadores começam a rir. Cada qual acha que está caçoando das feições manchadas dos outros dois, achando que a sua própria cara está limpa.

De repente Aaro para de rir. Como foi que ele descobriu que também estava com breu no rosto? 

Solução: 

Aaro raciocinou que Bruno estava convencido de que seu próprio rosto estava limpo. Se a cara de Aaro também estivesse limpa, Bruno se indagaria por que motivo Carolus estava rindo. Este estaria vendo o único rosto limpo. Bruno, porém, não se mostrava admirado. Portanto, a cara de Aaro também teria de estar suja de breu. 

Medicânico 

Um médico entrou num quarto de hospital e disse ao marido da paciente para esperar do lado de fora, enquanto fazia o exame. Alguns minutos depois, o médico saiu e pediu a uma assistente de enfermagem para lhe arranjar um alicate. Ela obedeceu, e ele voltou ao quarto da paciente. Cinco minutos depois, tornou a sair e pediu uma chave de fenda. Quando saiu pela terceira vez e pediu um martelo, o marido, aflito, perguntou o que havia com sua esposa.

- Ainda não sei – disse o médico. - Não consigo abrir a minha maleta. 

Autoestima 

Há um letreiro colocado baixo da balança no consultório do meu médico: 

“Imagine que seja o seu Q.I.” 

Propaganda enganosa 

Na rua principal de certa cidade grande havia quatro padarias. A primeira exibia o seguinte letreiro:

“O melhor pão da cidade”.

O da segunda se vangloriava:

“O melhor pão do país”.

O da terceira chegava a ponto de alardear:

“O melhor pão do mundo”.

Mas o letreiro da quarta padaria dizia simplesmente:

“O melhor pão desta rua”. 

Batalha no armário 

Quando uma mulher vai até seu armário e diz:

“Não tenho nada para vestir”, ela, na verdade, quer dizer:

“Não tenho nada novo para vestir”.

Quando um homem vai até seu armário e diz:

“Não tenho nada para vestir”.

O que ele realmente quer dizer é:

“Não tenho nada limpo para vestir”. 

Arrogância positiva 

Mestre da arte das Relações Públicas, Michel Levine acredita que a melhor maneira de se vender a própria imagem é projetar uma aura de arrogância positiva e saudável. E lembra da história sobre a reunião de um fabricante de colchões com um consultor de Relações Públicas.

- O que você vende? – perguntou o consultor.

- Colchões, é claro – respondeu o fabricante.

- Não, não – retrucou o consultor meneando a cabeça. - Você vende bons sonhos e sexo agradável! 

A vida é assim... 

Perguntaram a um sujeito como é que ele fazia o orçamento de suas despesas, e ele respondeu:

- Quarenta por cento para a comida, 30 por cento para casa, 30 por cento para a roupa e 20 por cento para diversões e extraordinários.

- Ora, mas isso são 120 por cento! – replicaram

- Pois é. Aí é que está a dificuldade! 

Diferenças 

Um homem rico e um pobre encontra,-se numa cela da cadeia. O rico pergunta:

- Por que você está aqui?

- Por roubo. E você?

- Estou aqui porque sofro de cleptomania.

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