terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Sinais de pontuação




01. Ponto-final → ( . )

Emprega-se em final de frase de sentido completo, bem como em final de abreviaturas.

Ex.: O mistério é o encanto da vida.

02. Ponto-e-vírgula → ( ; )

É usado para indicar uma pausa maior que a indicada por vírgula, podendo na maioria dos casos
ser substituído pelo ponto. Geralmente em frases longas com sujeitos diferentes.

Ex.: Eu fui até a janela; e Eugênia sentou-se a consertar uma das tranças. (Machado de Assis).

03. Dois-pontos → ( : )

Usa-se para introduzir uma citação, para anunciar enumerações e depois do vocativo.

Ex.: Carlos disse à namorada: eu te amo.
Duas coisas te perturbam a vida: o jogo e a bebida.
Senhor Presidente:

04. Ponto-de-interrogação → ( ? )

É usada para indicar entonação de pergunta.

Exs.: ‒ Como estás, menino?
         ‒ Mais ou menos; e o senhor como vai?

05. Ponto-de-exclamação → ( ! )

Serve para indicar entonação de surpresa, susto, espanto, admiração, súplica, etc.

Ex.: Olá, menina!
        Bem feito!

06. Reticências → ( … )

Este sinal de pontuação é usado em três circunstâncias distintas:

a) Para indicar supressão de letras, palavras, ou frases.
b) Para assinalar pausa prolongada.
c) Para marcar a suspensão do pensamento.
Ex.: Creio que o assassino é o senhor…
       Saiba que fiz… fiz um drama.

07. Travessão → ( ‒ )

Usa-se para indicar o início da fala de um personagem.

Ex.: ‒ É o Coronel Tibério? ‒ perguntou uma voz de mulher.
        ‒ Quem deseja falar com ele?

08. Parênteses → (  )

Servem para isolar palavras, expressões ou frases, muitas vezes acessórias, que nem sempre se
encaixam na sequência lógica da frase.

Ex.: Seu Coroné (sic)  ‒ disse o matuto. (sic=assim mesmo, quando colocamos a palavra como foi dita)
        O menino (são e salvo) retornou para casa.

09. Aspas →  ( “  ” )

A função básica das aspas, geralmente duplas, é isolar palavras alheias que se estejam citando.

Ex.: Este pensamento de Machado de Assis, no conto “Galerias Póstumas” é: “O mistério é o encanto da vida.”



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