quarta-feira, 23 de abril de 2014

Desculpas esfarrapadas de mecânicos




→ Abri, fechei, revirei e vasculhei o motor, doutor. Não sei mais o que fazer, a não ser dar um conselho: é melhor entrar num consórcio e trocar de carro.

 Depois de praticamente desmontar o motor, chefia, cheguei à seguinte conclusão: se não for  problema de cupim, não entendo mais nada de carro.

 O carburador pifou, improvisei a mangueira da gasolina para que a junta cinética não fique  dependendo da eletrostática; achei melhor fazer uma gambiarra nas velas, ligando na saída do  óleo.

 O motor vai ficar beleza, mas se por acaso acontecer alguma estranheza, o senhor chama o guincho e traz pra cá que a gente resolve, certo?

 Quanto mais novo é o carro, mais complicado, por causa da tecnologia avançada.

 Quanto mais velho é o carro, mais complicado, por causa da tecnologia atrasada.

 Carro importado é uma desgraça, os caras inventam cada hora uma coisa!

 Carro nacional é uma desgraça, os caras não mudam nunca!

 É, madame, só pode ser a rebimboca da parafuseta!





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