sábado, 1 de outubro de 2022

A história da arca de Noé

 

A história de Noé e do dilúvio, relatado na Bíblia em Gen 6:11 à Gen 9: 19, é uma história verídica e relata o que aconteceu com a humanidade devido sua desobediência para com Deus e que pode ser experimentada em nossos dias.

Noé era o único homem justo que havia na face da terra. Com retidão de caráter, íntegro, temente a Deus e não dado a falatórios humanos. Deus havia se arrependido de ter colocado o homem na terra, pois este era carnal e a maldade estava se multiplicando. O gênero humano não poderia continuar neste estado de perdição e assim Deus resolveu destruir toda a terra.

Lembrou-se de seu servo Noé a quem muito amava e mandou que este construísse uma arca, dando-lhe todas as medidas dela em côvados, para que ele e sua família ficassem protegidos e não fossem devastados pelas águas que destruiriam o mundo. 

Noé começou a construção da arca e todos zombavam dele, pois não acreditavam em suas histórias de destruição do mundo, mas mesmo assim, ele acreditou e obedeceu a palavra de Deus. 

Chegou o dia de entrarem na arca e Noé fez tudo como Deus havia mandado. Na arca deveriam entrar: Noé com sua mulher, seus filhos com suas esposas e sete pares de animais e aves dos céus que possuem fôlego, para que fossem conservadas as sementes sobre a face da terra. 

A chuva começou a cair e inundou toda a terra. Todos os seres vivos que não estavam dentro da arca morreram. 

Depois de um período, a chuva parou e a arca vagava sobre as águas, totalmente sem leme e todos os que estavam dentro dela não sabiam onde estavam, mas confiavam que Deus não os havia esquecido. 

Em um determinado dia a arca parou, incrustada no Ararat. As águas baixaram, mas mesmo assim não era possível descer da arca. Noé soltou um corvo e este não retornou à arca. Passados alguns dias, Noé soltou uma pomba e esta retornou. 

Passados mais alguns dias, Noé soltou novamente uma pomba e esta retornou com uma folha nova de oliveira. 

Chegada a hora de saírem da arca, todos os que estavam dentro dela foram saindo e tomando posse da terra. No céu surgiu um arco-íris, como sinal de que nunca mais Deus destruiria a terra. 

Noé, em agradecimento, ergueu um altar e ofereceu um holocausto e Deus continuou achando graça nele. 

Referências:

  • Dicionário Bíblico

• Aurélio Buarque de Holanda Ferreira − Editora Nova Fronteira
• Bíblia de Referencias Thompson − Editora Vida
• Bíblia Revista e Atualizada no Brasil − Sociedade Bíblica do Brasil

Um incrível fato futebolístico

 Yo no creo en brujas, pero que las hay... las hay!

Chico Spina marcando o seu primeiro gol

A final do Campeonato Brasileiro de 1979* seria entre o Clube de Regatas Vasco da Gama e o Sport Club Internacional no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. 

Ivan Trilha, um parapsicólogo gaúcho, namorada de Mery Terezinha, ex-mulher de Teixeirinha, dirige-se ao hotel onde estava hospedada a delegação do Inter em Copacabana. Ele quer dar uma palestra de mentalização aos jogadores para eles ganharem a partida. Fala com Frederico Arnaldo Balvê, Diretor de Futebol, pedindo a ele a sua autorização. Balvê argumenta que os jogadores já estão em seus quartos descansando para o jogo que seria realizado à noite, no Maracanã. Por isso, seria impossível realizar o trabalho pretendido. 

De repente, passa por eles um jogador conhecido por sua técnica limitada e eterno reserva do titular. Balvê, então, dá a ele uma dica: 

- O Chico Spina vai entrar hoje no lugar do Valdomiro que está suspenso. Faz a mentalização com ele. 

Á noite, o Internacional, num Maracanã lotado, ganha a partida por dois a zero com dois gols de Chico Spina, o mentalizado. 

Vasco 0 x 2 Internacional

(1º jogo)
data − 20 dezembro de 1979 − Estádio − Maracanã

Vasco 

Leão – Orlando, Gaúcho, Ivan, Paulo César – Zé Mario, Guina (Zandonaide),

Dudu (Paulinho) – Catinha, Roberto e Wilsinho.

Técnico: Oto Glória.

Internacional 

Benitez – João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão, Cláudio Mineiro – Valdir Lima (Toninho),

Jair, Batista, Chico Spina (Adílson), Bira e Mário Sérgio.

Técnico: Ênio Andrade
Gol - Chico Spina (2)
Árbitro - Oscar Scolfaro
 

Internacional 2 x 1 Vasco

(2º jogo)
data - 23 dezembro de 1979 - Estádio - Gigante da Beira-Rio
 

Internacional 

Benitez – João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão, Cláudio Mineiro – Batista, Falcão, Jair – Valdomiro (Chico Spina), Bira e Mário Sérgio. 

Técnico: Ênio Andrade 

Vasco 

Leão – Orlando, Ivan, Gaúcho, Paulo César – Zé Mario, Paulo Roberto (Xaxá), Paulinho (Zandonaide) Catinha, Roberto e Wilsinho. 

Técnico: Oto Glória.
Gol - Jair, Falcão e Wilsinho.
Árbitro - José Favilli Neto

* No ano de 1979, o Sport Club Internacional ganhou o campeonato brasileiro de futebol de maneira invicta, ano em que conquistou o seu terceiro título nacional. 

sexta-feira, 30 de setembro de 2022

O que são Fake News?

 

(Imagem de Adão Silva) 

Fake News são notícias falsas publicadas por veículos de comunicação como se fossem informações reais. Esse tipo de texto, em sua maior parte, é feito e divulgado com o objetivo de legitimar um ponto de vista ou prejudicar uma pessoa ou grupo (geralmente figuras públicas). 

As Fake News têm um grande poder viral, isto é, espalham-se rapidamente. As informações falsas apelam para o emocional do leitor/espectador, fazendo com que as pessoas consumam o material “noticioso” sem confirmar se é verdade seu conteúdo. 

O poder de persuasão das Fake News é maior em populações com menor escolaridade e que dependem das redes sociais para obter informações. No entanto, as notícias falsas também podem alcançar pessoas com mais estudo, já que o conteúdo está comumente ligado ao viés político. 

O termo Fake News ganhou força mundialmente em 2016, com a corrida presidencial dos Estados Unidos, época em que conteúdos falsos sobre a candidata Hillary Clinton foram compartilhados de forma intensa pelos eleitores de Donald Trump. 

Apesar do recente uso do termo Fake News, o conceito desse tipo de conteúdo falso vem de séculos passados e não há uma data oficial de origem. A palavra “fake” também é relativamente nova no vocabulário, como afirma o Dicionário Merriam-Webster. Até o século XIX, os países de língua inglesa utilizavam o termo “false news” para denominar os boatos de grande circulação. 

As Fakes News sempre estiveram presentes ao longo da história, o que mudou foi a nomenclatura, o meio utilizado para divulgação e o potencial de persuasão que o material falso adquiriu nos últimos anos. 

Muito antes de o Jornalismo ser prejudicado pelas Fake News, escritores já propagavam falsas informações sobre seus desafetos por meio de comunicados e obras. Anos mais tarde, a propaganda tornou-se o veículo utilizado para espalhar dados distorcidos para a população, o que ganhou força no século XX. 

(...) 

Em 2014, o Brasil presenciou o caso de uma Fake News que teve um fim trágico. Notícia divulgada pelo UOL Notícias relatou que moradores de Guarujá/SP lincharam uma mulher até a morte por causa de um boato divulgado no Facebook. Ela foi acusada de sequestrar crianças para fazer rituais de magia negra, no entanto, a informação era falsa. 

(...) 

Movimentos antivacinação voltaram a crescer nos últimos anos. Algumas pessoas contrárias ao uso de vacinas disseminam notícias falsas e propagam suas visões de que vacinar a população faz mal, o que é um problema grave, pois a resistência à vacinação coloca em perigo a população. 

(Do Blog Brasil Escola) 

Como escapar de notícias falsas? 

Para se proteger contra as fake news, verifique sempre as informações recebidas e certifique-se da veracidade da notícia antes de compartilhar. Na dúvida, não compartilhe. 

Siga as nossas dicas: 

→ Títulos sensacionalistas ou milagrosos? Tenha dúvida, geralmente são feitos para acumular cliques e não necessariamente passar veracidade. Procure as informações em outros veículos, especialmente aqueles que você já conhece e confia. 

→ Confira a data da publicação. Uma notícia real, porém, antiga, pode causar pânico ou criar expectativas sobre alguma situação já resolvida ou controlada.  

→ A fonte realmente existe? É um canal com credibilidade? Há outras publicações duvidosas nesta plataforma? É sempre interessante investigar mais a respeito do site em questão. 

→ Consulte sites de verificação gratuitos. Repassar informações falsas, ainda mais se forem de grande complexidade, é perigoso. Não alimente as fake news. 

(Do Blog TJPR)

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Quanto vale o meu voto?

 Cláudio Moreno

O que caracteriza um povo civilizado? É grande a variedade de critérios que podemos adotar. Para os primitivos navegantes do mundo grego, ao chegarem a uma ilha desconhecida, o indício decisivo era a presença de campos cultivados − critério bem diferente, aliás, do que foi o adotado por um viajante inglês que, no século passado, acabou se perdendo numa trilha remota das montanhas dos Bálcãs: “Depois de caminhar por onze horas sem encontrar o mínimo vestígio de seres humanos, foi com alegria e com imenso alívio que pude ver, numa árvore, o corpo de um enforcado balançando na ponta de uma corda, pois isso me trouxe a certeza absoluta de que tinha chegado de novo à civilização”. Ora, para o autor desta coluna, prezado leitor, povo civilizado é o que acredita na importância de votar.

Para justificar minha escolha, trago um incidente de 2.500 anos atrás, que já foi tema de uma crônica incluída no meu livro Cem Lições para Viver Melhor. Peço escusas ao leitor pela deselegância de citar a mim mesmo, mas não conheço exemplo melhor que o daquele teimoso capitão que ficou imortalizado na batalha de Plateia, quando Esparta e Atenas derrotaram os persas comandados por Mardônio. Eis a história: 

“Por vários dias, numa planície da Beócia, gregos e persas vinham se estudando à distância, aguardando o momento propício para atacar. Como a água estava escassa, o alto comando grego decidiu aproveitar a escuridão da noite e recuar seu exército para uma região mais rica em fontes e mananciais. Os atenienses receberam a ordem sem discutir, mas o mesmo não ocorreu entre os espartanos: Amonfareto, chefe de um batalhão, recusou-se a obedecer, dizendo que ele e seus homens estavam ali para enfrentar os bárbaros que ameaçavam sua pátria e não iriam partir sem lutar. Os chefes alegaram que isso já estava decidido, mas ele redarguiu, indignado: “Pois eu voto por ficar!” − e, abaixando-se, pegou uma pedra no chão e foi depô-la aos pés do comandante geral, exatamente como se votava nas assembleias de Esparta. 

Como ninguém queria deixá-lo para trás, começaram a discutir, tentando convencê-lo a partir. Enquanto isso, os atenienses, que tinham começado a retirada, detiveram-se alguns quilômetros depois, ao perceber que seus aliados espartanos não se moviam do lugar. Quase ao amanhecer, mandaram um mensageiro até lá; ele voltou perplexo, informando que todos estavam empenhados numa discussão interminável. 

Quando o dia raiou, os persas viram o campo grego praticamente deserto: avistaram apenas a retaguarda do exército espartano que, apesar dos protestos de Amonfareto, começava a se afastar lentamente por trás de uma colina. Mardônio ordenou que apenas a cavalaria partisse em seu encalço, mas os demais chefes persas, imaginando que os gregos tivessem se acovardado, abandonaram suas posições e avançaram desabaladamente, preparando-se, não para combater, mas para caçar fugitivos apavorados. O resto é história: os espartanos fizeram frente à primeira onda do ataque, os atenienses voltaram para socorrê-los e os exércitos desordenados de Mardônio sofreram uma derrota fatal.” 

O que o espartano queria? Apenas participar, com uma pedrinha que fosse, da marcha dos acontecimentos. Podia simplesmente acompanhar os outros, mas não quis renunciar ao direito de expressar sua opinião na assembleia − no que estava certo, pois seu voto terminou afetando o desenrolar da batalha. Essa saudável vontade de influir, de ter algum peso no curso da História, por ínfimo que seja, talvez seja a última ilusão que ainda me resta. Sei que muitos, por cansaço ou desencanto, já desistiram e parecem não mais se importar se o seu candidato mentiu, roubou ou traiu os princípios que jurava defender nas eleições passadas − mas eu me importo. Por pura teimosia. 

******* 

(Do jornal Zero Hora, setembro de 2022) 

P.S. Os gregos eram os povos atenienses e espartanos que viviam no mesmo país, a Grécia. Atenas e Esparta eram as principais cidades gregas, e cada uma tinha um poderoso Exército que lutava unido contra o invasor persa. 

A Pérsia era o país invasor, e seu Exército era comandado pelo chefe persa Mardônio. 

O Exército espartano era comandado pelo chefe Amonfareto. 

O Exército grego era composto por tropas atenienses e espartanas.

Frases de humor

 

O Jô Soares nos fazia rir, morreu, o Bozo continua aí fazendo muitos chorar... 

As mulheres estão descobrindo que mulher é bom − coisa que os homens já sabem há séculos. (Chico Anysio) 

O que se leva da vida... É a vida que se leva! (Barão de Itararé) 

O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde. (Millôr Fernandes)  

O dinheiro não só fala, como faz muita gente calar a boca. (Millôr Fernandes)  

Ser gênio não é difícil. Difícil é encontrar quem reconheça isso. (Millôr Fernandes)  

Ser pobre não é crime, mas ajuda muito a chegar lá. (Millôr Fernandes)  

Chama-se celebridade um débil mental que foi à televisão. (Millôr Fernandes) 

É bem melhor pensar sem falar do que falar sem pensar.  (Jô Soares)

Era um sujeito realmente distraído: na hora de dormir, beijou o relógio, deu corda no gato e enxotou a mulher pela janela.  (Jô Soares)

Está bem que você acredite em Deus. Mas vai armado. (Millôr Fernandes) 

A diferença entre a galinha e o político é que o político cacareja e não bota o ovo. (Millôr Fernandes) 

Eu era muito jovem para ter um carro. Então transava com as moças no banco de trás de minha bicicleta. (Woody Allen) 

O meu amor e eu nascemos um para o outro, agora só falta quem nos apresente. (Barão de Itararé) 

Diz-me com quem tu andas, que se não for eu, eu não vou. (Jô Soares) 

De onde menos se espera, daí é que não sai nada. (Barão de Itararé) 

Dito e feito; tudo foi dito e nada foi feito. (Millôr Fernandes) 

Amor ao próximo é folgado, o difícil é se dar com o homem ao lado. (Millôr Fernandes) 

Isto sim é que e Congresso eficiente! Ele mesmo rouba, ele mesmo investiga, ele mesmo absolve. (Millôr Fernandes) 

Não tenho possibilidade de consertar nada, mas tenho a obrigação de denunciar tudo. (Chico Anysio 

Chato, é aquele que explica tudo tim-tim por tim-tim... e depois ainda entra em detalhes. (Millôr Fernandes) 

As mulheres são mais irritáveis porque os homens são mais irritantes. (Millôr Fernandes) 

Me arrancaram tudo à força e depois me chamam de contribuinte. (Millôr Fernandes) 

Se existe tanta crise é porque deve ser um bom negócio. (Jô Soares) 

A gente só não tem tempo para aquilo que a gente não está com vontade de fazer. (Jô Soares)


terça-feira, 27 de setembro de 2022

O valor da esmola

 

Um mendigo que esmolava à porta de uma grande mesquita ergueu, certa vez, ao Altíssimo a seguinte prece: 

− Senhor! Fazei com que as primeiras esmolas que me forem dadas hoje tenham para mim o mesmo valor que tiverem aos vossos olhos!

Momentos depois cruzava a mesquita um rico Sheik que regressava de uma festa acompanhado de vários amigos e admiradores. Tomou o orgulhoso de um punhado de ouro e com o fito especial de deslumbrar os que o rodeavam, atirou as rutilantes moedas aos pés do velho mendigo. O infeliz, em sinal de gratidão, beijou o chão que o nobre senhor pisara. 

Quando, porém, procurou juntar as moedas que recebera, notou, com indizível surpresa, que elas se haviam transformado em folhas secas.

No mesmo instante compreendeu o mendigo − ao recordar-se da prece que pouco antes fizera − que aquela transformação milagrosa era obra de Allah, o Onipotente: as moedas dadas pelo orgulhoso Sheik não passavam de folhas secas e inúteis que o vento arrasta, espedaça e reduz a pó.

E o mendicante tomado de profunda tristeza começou a lamentar a sua triste sorte.

Um humilde tecelão que passava compadeceu-se da situação do infeliz pedinte e deu-lhe um punhado de tâmaras, pois não trazia de seu nem mesmo um simples dinar de cobre. 

Realizou-se, porém, um novo milagre: as tâmaras ofertadas pelo tecelão, mal caíram entre as mãos do mendigo, transformaram-se em pérolas e rubis.

Louvado seja Allah, Justo e Clemente! A esmola dada por ostentação é, aos olhos de Deus como folhas seca do caminho; o óbulo piedoso, esse vale mais do que todos os tesouros de um califa!

(Malba Tahan)

Anúncios curiosos de jornais

 

Troca-se vestido de noiva por carrinho-de-bebê.” 

“Vende-se mala por motivo de viagem.” 

“Vende-se um aquário com piranhas e doa-se uma pata sem pé.” 

Aviso na entrada de um cemitério numa pequena cidade do interior de São Paulo:

“Só tem direito de serem sepultados aqui, os mortos que vivem nesta cidade.”

Em uma loja especializada em cães e artigos para cães, lê-se na placa de sua fachada:

“Tudo para cães – acessórios, equipamentos, alimentos, artigos de limpeza, remédios, livros.”

Anúncio publicado em um jornal do interior de São Paulo:

“Vende-se cão policial. bom para a guarda.

Está acostumado a comer qualquer coisa.

Gosta muito de crianças.”

Em uma fantasia do Super-Homem para crianças:

“O uso deste traje não o habilita a voar” 

Em uma barbearia em Portugal:

“Corto cabelo e pinto” 

“Aluga-se quarto a menina por estrear”

Claro que o que estava “por estrear” era o quarto. 

No banheiro de uma faculdade:

“Este banheiro só pode ser usado pelos professores e pelos não professores.” 

Já dentro do banheiro:

“Pede-se o favor de, quando usar o mictório, efetuar a descarga,

a fim de evitar o cheiro nauseabundo que este banheiro já tem.”