A empatia carrega uma faísca única, quase mágica.
Dizem que quem a possui na alma é como um pirilampo iluminando caminhos escuros, compartilhando sua luz com quem precisa.
Ela tem o poder de tocar suavemente o coração alheio, espalhando a grandeza de sua essência.
A empatia não tem pressa ‒ escuta com atenção, olha com amor e sente na própria pele a dor do outro.
Ela é doce nos momentos de fragilidade, mas sabe ser firme quando a força é necessária.
Esses pequenos “pirilampos” agem com delicadeza porque temem ferir quem já está ferido.
Quem carrega esse brilho curador na alma passa pela vida desatando nós, oferecendo o ombro e enxugando lágrimas.
Vestidos de empatia, eles percorrem caminhos, ouvindo olhares, lendo silêncios e curando feridas invisíveis.
E, com gestos sutis, empurram aqueles que já não conseguem andar, devolvendo-lhes a coragem de recomeçar.
Porque a verdadeira força da empatia é a bondade.
(Do blog “Sobre literatura”)

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