João Guimarães Rosa
■ “Sagarana” (contos), “Grande Sertão Veredas” (romance)
● linguagem revolucionária
● a linguagem do sertão mineiro
● a luta do bem X mal
● a presença da consciência mítica, mágica
Clarice Lispector
■ “Perto do coração selvagem”, “O lustre”, “Laços de Família”, “A paixão segundo G.H.”
● narrativa intimista
● ficção introspectiva
● crise do universo feminino tradicional
● domínio do monólogo interior
José Cândido de Carvalho
■ “O Coronel e o Lobisomem”
● a revelação de um mundo arcaico
Josué Guimarães
■ “A ferro e a fogo”
● ênfase no romance histórico
● o romance da imigração alemã no Sul
Antônio Callado
■ “Quarup”
● painel do Brasil nas décadas de 50 e 60
● o padre que perde a vocação religiosa e torna-se guerrilheiro
Dalton Trevisan
■ “Novelas nada exemplares”, “A guerra conjugal”
● contos sobre a violência do cotidiano curitibano
● estilo que usa os lugares-comuns da linguagem urbana
Rubem Fonseca
■ “Feliz Ano Novo”, “O cobrador”
● a luta de classes nas cidade brasileiras
● a linguagem adaptada a cada grupo social representado nos contos e romances
Lygia Fagundes Telles
■ “As meninas”
● intimismo mesclado com questões políticas
● a questão feminina no mundo patriarcalista
José J. Veiga
■ “A hora dos ruminantes”, “Sombra dos reis barbudos”
● narrativas alegóricas
● pequenas cidades à mercê de forças obscuras e não delimitadas
João Antônio
■ “Malagueta, Perus e Bacanaço”
● registro dos marginais e malandros tristes das metrópoles brasileiras
Moacyr Scliar
■ “O Exército de um Homem Só”
● humor e revelação dos imigrantes judeus
Márcio Souza
■ “Galvez, o Imperador do Acre”
● paródia sobre o mundo amazonense

O Nilo sempre dando ênfase à leitura e aos livros, o que é muito bom. Parabéns!
ResponderExcluirAmigo Mancini, mais uma vez muito obrigado pelo gentil comentário.
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