Sou psicóloga e, como atendo crianças em meu consultório, aviso-as que podem trazer brinquedos se quiserem. Um menino de 5 anos sempre levava algo, mas antes de ser atendido, ele o escondia com as mãos atrás das costas e pedia que eu adivinhasse o que era.
Certa vez, depois de uns dez dias de férias, ele voltou para a consulta. Entrou com as mãos livres, de repente as colocou para trás e perguntou:
‒ O que eu trouxe hoje?
Como eu vi que não tinha nada nas mãos, respondi:
‒ Hoje você não trouxe nada. Eu vi que você está com as mãos vazias aí atrás.
De imediato, ele abriu os dois braços e, vindo em minha direção, respondeu:
‒ Você errou feio, porque eu trouxe foi um abraço pra você!
(Cláudia L. Soares)

o melhor presente
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