segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Rebeca Andrade:

 veja 10 fatos e curiosidades

sobre a maior medalhista olímpica do Brasil

Muita gente não imagina que a ginástica entrou na vida de uma das maiores atletas brasileiras “como uma surpresa”; confira: 

01. Com todo seu êxito olímpico, muita gente não imagina que ela, a princípio, não sonhava em ser ginasta e, na verdade, foi influenciada pela tia que trabalhava em um ginásio em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, e levava as primas para treinar no local. 

“Eu assistia na TV, mas a ginástica entrou na minha vida como uma surpresa”, disse, em entrevista ao programa Faustão na Band. 

Ela também disse ao apresentador que sempre gostou “de subir em árvore e dar estrelinha”. 

02. Tem seis irmãos: 

► Rebeca Andrade vem de uma família de origem humilde de Guarulhos. Ela tem seis irmãos: Roger, Emerson, Elisama, Robert, Ezequiel, Yago, e Henrique, criados pela mãe, dona Rosa, que atuava como empregada doméstica para ajudar nos custos dos treinos da filha e a acompanha desde então. 

03. Tem astigmatismo e miopia: 

► A atleta descobriu que tinha problema de visão após não conseguir enxergar as letras do telão durante os jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, quando conquistou duas medalhas – uma de ouro e uma de prata. Em entrevista à revista Marie Claire, a atleta disse que tem pelo menos 2,5 graus de miopia em um olho e acima de 2 graus de astigmatismo em outro. 

04. Yurchenko Triple Twist ou o Salto “Andrade”: 

►A ginasta solicitou o registro do salto Yurchenko Triple Twist (YTT) na Federação Internacional de Ginástica (FIG). Se ela o executasse nos Jogos de Paris, seria nomeado salto “Andrade”, com um nota de 6.0, atrás apenas de “Biles” ou “Yurchenko double pike”, da ginasta norte-americana Simone Biles, que obteve um grau de dificuldade de 6.4. 

O nome do salto vem da ex-ginasta Natalia Yurchenko, que competia pela União Soviética. Nas edições dos Jogos Olímpicos de 1982, ela executou um tipo de salto inédito em Olimpíadas, que recebeu seu nome. O movimento, executado pela norte-americana, é ainda mais complexo do que o feito por Natalia. 

05. Passado corinthiano: 

► Apesar de treinar no Clube de Regatas do Flamengo/RJ e também vestir a camisa do flamengo em algumas ocasiões, torcedores do Corinthians resgataram postagens antigas da ginasta no Facebook torcendo para o Corinthians e, posteriormente, comemorando o título mundial do clube paulista sobre o Chelsea em 2012. 

06. Passou por 3 cirurgias: 

► Em sua trajetória profissional, Rebeca já teve três lesões de LCA ‒ lesões do ligamento cruzado anterior, uma área responsável por estabilizar a articulação do joelho. Em todas elas precisou de intervenção cirúrgica. As cirurgias ocorreram em anos quase consecutivos: 2014, 2015 e 2017. 

07. Pensa em receitas culinárias no aquecimento das provas: 

► Questionada sobre o que se passa em sua cabeça no momento do aquecimento, instantes antes da prova, Rebeca disse que pensa em receitas culinárias que vai fazer quando voltar ao Brasil. 

“Tinha uma que era com batata e queijo, frango. Aí tem bolo, tem cookie, um monte de coisa...” disse ao Globo Esporte. 

08. Divide treinos com a universidade: 

► Rebeca Andrade é estudante de Psicologia na Universidade Estácio de Sá, onde faz o curso desde 2022, pela bolsa de estudos oferecida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). A atleta sempre ressalta em entrevistas que a saúde mental é essencial no esporte. 

“Só venci as Olimpíadas porque estava com corpo e mente equilibrados”, disse em entrevista ao portal Mina Bem Estar. Ela faz terapia desde os 13 anos. 

09. Começou a carreira bem cedo: 

► A ginasta disse que saiu de casa e se mudou aos 10 anos para Curitiba, no Paraná, para treinar profissionalmente, em entrevista ao Faustão na Band. Mas dá para dizer que ela começou a carreira aos 4 anos, quando a tia fez sua inscrição projeto social Iniciação Esportiva, da Prefeitura Municipal de Guarulhos. 

10. “Daianinha de Guarulhos”: 

Com o início promissor na ginástica, a atleta ganhou o apelido de “Daianinha de Guarulhos”, em referência à ex-ginasta Daiane dos Santos. 

(sbtNews)


Continue dançando

 A dança dos setenta e poucos anos

Acabei de ler na mídia que o roqueiro Rod Stewart* que, brevemente, completará 80 anos (10.01.2025) *, disse: “Estou ciente de que meus dias estão contados, mas não tenho medo. Vou aproveitar o máximo que puder esses últimos anos que me restam.” 

Atingir os setenta anos é como chegar a uma festa onde todas as amigas e todos os amigos já sofreram alguma alteração devido ao álcool ingerido. 

Há quem já foi para casa, mas também há quem ficou cochilando nos cantos, e alguns poucos ainda tentam dançar, mas com passos um pouco cambaleantes. 

E você, com seu sorriso meio irônico, se pergunta: “É essa a festa da vida que tanto falaram?” 

O telefone toca mais frequentemente agora, mas raramente é para convites de festas. 

Em vez disso, são notícias sobre amigos que adoeceram ou que decidiram partir para uma viagem sem retorno, deixando um vago vazio nos encontros de outrora. 

Há uma certa ironia em perceber que, enquanto o mundo lá fora parece girar cada vez mais rápido, nosso próprio ritmo diminui. 

Caminhar já não é o que era antes, não que você tenha se tornado sedentário de repente, mas aquela corrida matinal virou um passeio calmo pelo jardim, com pausas frequentes para admirar as flores e, talvez, pegar fôlego. 

Ah, o jardim! Esse companheiro fiel que viu tantas estações passar, agora testemunha uma nova fase. 

As ferramentas de jardinagem ficaram mais pesadas, e o esforço de arrancar uma erva daninha se assemelha a uma batalha épica. 

Quem diria que a maior aventura aos setenta anos seria lidar com as ervas daninhas que insistem em desafiar sua soberania botânica? 

E as noites em claro? Antes, um bom filme podia te manter acordado até o amanhecer. Agora, qualquer filme é acompanhado por um ronco discreto e uma manta quente. 

A ironia está em perceber que, quanto mais o ciclo da vida se aproxima do fim, mais se aprecia o ritmo lento e tranquilo. 

Talvez a felicidade resida em aceitar que não precisamos mais correr contra o tempo, mas sim andar lado a lado com ele, aproveitando o pôr do sol e as conversas silenciosas com a lua. 

Afinal, se a festa está acabando, por que não saborear cada momento como se fosse o último brinde? 

Assim, com uma pitada de ironia e um sorriso de quem já viu de tudo, você segue dançando nessa festa, ciente de que a vida, com todos os seus altos e baixos, é uma celebração que vale a pena. E que, no final das contas, é melhor dançar cambaleando do que não dançar de todo.

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Rod Stewart nasceu em 10 de janeiro de 1945.

domingo, 4 de agosto de 2024

O gênio negro

 

Por muitas eras, 'o gênio negro' como Rhodes era conhecido, sempre contribuiu para o aprimoramento e progresso tecnológico do mundo, mesmo que a história sempre o tenha passado em silêncio. 

O WC ou Water-Closet são uma daquelas invenções que o homem moderno não pode prescindir, graças a um homem negro. Quase todos eles agora usam WC na cidade e no campo. 

Em 19 de dezembro de 1899, Jay B. Rhodes inventou o water-Closet (WC). Hoje é comumente referido como banheiro ou cômoda. 

Detentor de mais de 200 patentes, Rhodes nunca foi muito famoso por nenhuma de suas invenções. 

Em 19 de dezembro de 1899, Jay B. Rhodes registrou a patente de sua invenção, The water-Closet 'o vaso sanitário'. 


Cavalo do Comissário

 

Cavalo do comissário é uma expressão gauchesca que significa o favoritismo de alguém numa disputa, exclusivamente por causa do poder. 

O cavalo do comissário – que virou lenda – tinha que ganhar as carreiras; caso contrário o Comissário criava um caso. Daí criou-se o ditado popular. 

É uma expressão gauchesca que tem o sentido de favorecimento, de vantagem, para alguém em uma disputa exclusivamente pela posição de poder que a pessoa tem.

Então o cavalo do comissário, seria aquele que nunca perde uma carreira já que o seu dono é o chefe da polícia e caso for vencido o comissário poderia levar pro lado pessoal e ajeitar um caso na hora contra o vencedor. 

O cavalo do Comissário 

Série “Mala de Garupa”, por Luiz Carlos Félix de Oliveira, especial para a Gazeta do Alegrete. 

No recôndito do Rio Grande do Sul, situava-se Timbaúva pequena localidade, onde as novidades afloravam, principalmente “a vida alheia”. A barbearia do Eufrásio era o ponto de encontro, sempre com aqueles papos de campanha, do tempo (chove, não chove). Assim os amigos passavam diariamente, para saber as novas. O velho Mendonça, numa terça-feira chuvosa, com uma capa Renner, modelo baeta e chapéu de feltro, chega contando que na Pensão do Venâncio, estava hospedado um vendedor de carneiros e touros. Pelo tempo chuvoso, a barbearia estava com muitos fregueses, que cortavam o cabelo e se enfeitavam. 

Não arredavam o pé, pois o mate corria de mão em mão, assim era o cotidiano daquele local. Os curiosos, atentos, queriam saber tudo a respeito do forasteiro. Chamava-se “Comissário Fiúza”. Comissário? Exclamaram todos. Sim, mas, não tem nada com polícia, é um apelido familiar. Seu cavalo mestiço a árabe é uma pintura, com encilha e aperos com passadores e argolas de prata, coisas de gente grande. É moreno, alto de feições indiáticas, melena pelo pescoço, é simpático, bem-falante e com largas gargalhadas, quando mostra a dentadura com vários dentes de ouro. Que seja amigo de todos, disse Eufrásio. 

Passados uns dias o Comissário Fiúza iniciou seu trabalho, visitando estancieiros e oferecendo seus préstimos. Tinha cinco touros Hereford aspados, comprados em Taquarembó no Uruguai, para pronta entrega. Levou alguns interessados para olharem os animais, num campo perto da Picada do Padre. O mais entendido era o Coronel Tinoco que examinou um a um, verificou marcas e os vários números feitos a ferro quente nas aspas, dizendo são de origem. Vendeu todos. 

Assim, sucessivamente, trazia touros e carneiros Merinos Australianos e comerciava. 

Conquistou a confiança de todos e recebia encomendas especiais. Começou a oferecer rebanhos de ovelhas, por alto valor, pedia pagamento adiantado. O primeiro rebanho foi para o Coronel Tinoco, todos ficaram encantados com a qualidade dos animais. Recebeu outros pedidos, vendeu mais caro, pois teria que contratar muitos tropeiros. 

Partiu de trem da vizinha cidade de Catimbau. Passados alguns dias, mandou um telegrama para o dono da Pensão. “‒ Fui assaltado, venda meu cavalo para diminuir seu prejuízo”. A partir daí não tinha outro assunto, em Timbaúva, quando o Eufrásio, lembrou do famoso golpe do “Boi do Gordo”, que deixou muita gente ver navios... Quando ficaram sem os bois e sem o dinheiro. 

Assim, só sobrou o cavalo do Comissário.

sábado, 3 de agosto de 2024

O que mais irrita o brasileiro?

 

Top 10 da irritação 

01 ► Impunidade 

02 ► Violência 

03 ► Falta de segurança 

04 ► Desrespeito às leis 

05 ► Hospitais públicos lotados 

06 ► Descortesia 

07 ► Fumantes 

08 ► Lixo nas ruas 

09 ► Engarrafamentos 

10 ► Má educação ao volante

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Jô Soares,

 o homem que virou diamante!

O documentário Um Beijo do Gordo está no Globoplay e conta a história de Jô Soares, falecido aos 84 anos, em 2022,  Para falar sobre os episódios, Pedro Bial recebeu Flávia Soares, ex-mulher do apresentador e humorista. Na entrevista, ela falou sobre os últimos momentos dos dois, disse que deve um agradecimento à Claudia Raia e fez algumas revelações, como o que fez com as cinzas dele: 

“Distribuí em alguns lugares especiais para nós e uma amiga, que nos apresentou, falou que o pai dela tinha morrido, e ela mora na Holanda. Lá, eles transformam as cinzas em diamante. E eu fiz isso. Está em um cofre, guardado. Eu não sei o que fazer ainda, mas quero fazer um patuá”. 

Flavinha, como é conhecida pelo público por palavras do próprio Jô Soares, temia com a forma que ele iria lidar com a morte. Segundo ela, ele não ia em velórios de pessoas próximas, mas lidou de forma pacífica com a chegada do fim. Ela detalhou a Bial como foram os últimos momentos dos dois: 

“Ele pediu para morrer em casa, vendo filme noir*. Nós combinamos que faríamos um homecare em casa, mas não foi possível. No hospital tinha um canal de filmes antigos, luz baixinha, eu falando tudo o que eu tinha para falar para ele. É difícil falar que foi bonito”. 

Ela começou a namorar Jô quando tinha 20 anos, e ele 46. Mas antes de oficializar, ela desistiu do romance. Foi aí que Claudia Raia entrou na história, ao assumir o namoro com o jornalista logo depois, fazendo com que Flavinha ligasse para ele: 

“Eu sei que eu arreguei, saí fora e uma amiga me falou 'o Jô está namorando a Claudia Raia'. E eu liguei para ele, fiquei com ciúmes. E o Renato Terra (diretor do documentário) deduziu que a Claudia Raia me salvou da gordofobia e do etarismo. Eu devo esse agradecimento a ela”, contou. 

(...) 

E para quem pensa que “um beijo do gordo” era uma expressão bem aceita por Jô Soares, talvez a história seja um pouco diferente. No papo com Bial, Flavinha contou que o jornalista não gostava de se ver na televisão. E o motivo era a sua aparência: “O Jô odiava se ver, falava que era gordo, horroroso. Se ele chegasse em casa e eu estivesse vendo, ele falava para mudar o canal”. 

(Gshow)

* filme noir ‒ histórias cheias de suspense e traição, com um estilo visual e narrativo que marcou as décadas de 40 e 50.

Lições de palavrão

 

De um garoto que passou anos achando que o navegador que chegou ao Brasil em 1500 chamava-se Pedroal Varescabral, não surpreende a crença de que a maior palavra do idioma português fosse uma colagem de cinco palavras de gosto questionável – que começava e terminava em dois clássicos palavrões. 

Mas no colégio os amigos logo decretaram

inconstitucionalissimamente” e suas 27 letras como a maior palavra. 

Nesse caso vale “Anticonstitucionalissimamente” (29 letras), 

que atropela até as 28 letras de “Oftalmotorrinolaringologista”. 

Mas o maior palavrão do português segundo o Dicionário Houaiss é: 

Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico” (46 letras), 

estado de quem é acometido de uma doença rara provocada pela aspiração de cinzas vulcânicas.

(Da Seleções de Reader′s Digest, maio de 2005) 

PS. Apesar do tamanho, 

pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico está longe de ser uma das maiores palavras do mundo.