quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Uma mágica impressionante

 

Há uma semana fui com alguns amigos ao Circo Miragem, do Marcos Frota, armado ao lado do estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. 

Cheguei 15 minutos antes da sessão, acomodei-me numa cadeira golden, defronte ao palco. Começou o espetáculo com vários e trepidantes números circenses: trapezistas, bailarinas, globo da morte, malabaristas, palhaços e números de mágicas. Nesse número, quero contar algo que aconteceu e que me deixou profundamente impressionado. O mágico entrou no palco e foi logo se dirigindo a mim. Perguntou o meu nome, pediu que a plateia me aplaudisse. Logo a seguir pediu emprestado o meu relógio. Dei-o a ele, que o colocou num saco de pano e, na minha frente, demoliu-o a pancadas de martelo. Eu só ouvia o barulho de metal sendo estraçalhado dentro do pequeno saco. 

O público e eu, particularmente, ficamos chocados. Ele, a seguir, pediu a um dos vendedores presentes no circo qual deles estava vendendo cachorro-quente. Um bem lá do fundo se apresentou com seu equipamento de trabalho. O mágico, lamentado a sua “mancada”, pediu que fosse feito um cachorro-quente especial para mim com todos os ingredientes possíveis. 

O vendedor, na minha frente, preparou um muito especial com todos os ingredientes para a feitura de um suculento cachorro-quente. Eu peguei o alimento, fui abrindo bem devagar e, para espantosa surpresa minha e de todos vocês, leitores deste texto, sabem o que havia dentro dele? 

 

 

 

 

 


 

Uma salsicha. 

Você chegou a pensar que haveria um relógio dentro do cachorro quente? Ele estava dentro do bolso da minha calça. Ele o colocou lá sem que eu percebesse. Caiu nessa, né, mané!

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