► Político em campanha
eleitoral, tentando mostrar que é competente:
‒ Eu sou um homem que se fez
por si mesmo!
E uma voz lá do fundo da
plateia:
‒ E quando é que vai terminar o serviço?
► Povo brasileiro: tenho uma
boa e uma má notícia para todos vocês.
A boa notícia é que a dívida externa está paga e a má notícia é que vocês têm 15 dias para deixar o país.
► Um prefeito logo após a posse comprou uma casa por 500 mil reais. No dia seguinte, o muro de sua nova residência amanheceu pichado: “Prefeito, onde o senhor arrumou 500 mil reais?”. Cheio de raiva, o prefeito ofereceu dez mil reais para quem denunciasse o autor da pichação. No dia seguinte, o muro exibia: “Prefeito, onde o senhor arrumou 310 mil reais?”.
► Aquele
governador candidato à reeleição estava em seu escritório, quando a secretária
avisa:
‒
Governador, tem um eleitor cego aqui fora querendo lhe ver.
E
ele responde:
‒ Aí já é demais! Diz a ele que eu ainda não estou fazendo milagre!
►
Aquele político macaco velho estava sendo julgado por corrupção.
Ele
aguardava o julgamento em sua casa. De repente, toca o telefone, e seu advogado
de defesa diz:
‒
Doutor, finalmente a justiça foi feita!
‒ Então, vamos apelar imediatamente! ‒ emenda o político.
► O
ex-presidente visitou um hospício. Lá todos os loucos gritavam:
‒
Viva o presidente!
Porém
um assessor do presidente notou que um no meio dos loucos não estava gritando,
aproximou-se e perguntou:
‒
Por que você não está gritando?
‒ Eu não sou louco, eu sou o médico.
► Um
político corrupto vai visitar o Papa e, no final da audiência, Sua Santidade
coloca a mão no bolso da batina e diz:
‒
Espere, meu filho, eu vou lhe dar um terço...
‒ Nada feito! ‒ protesta o político ‒ Só aceito se for a metade!
► Um
garoto queria muito 100 reais para comprar um presente. Sua mãe não tinha
condições e pediu que ele orasse. Então, ele decidiu escrever uma carta para
Deus, que o correio reencaminhou para o governador do seu Estado, cujo assessor,
penalizado, enviou-lhe 10 reais. Aí o garoto respondeu:
‒ Caro Deus, muito obrigado pelo dinheiro. Infelizmente, os idiotas do governo inteceptaram a carta e roubara quase tudo.
►
Depois de uma calorosa recepção feita pelos moradores de uma pequena cidade, o
político subiu no palanque e mandou um discurso inflamado:
‒
Eu prometo casas, prometo emprego, prometo ruas pavimentadas, prometo uma
ponte...
Um
de seus assessores cochichou no seu ouvido:
‒
Mas, oto, nesta cidade não tem rio!
E
ele continuou o discurso, sem se abalar:
‒
Eu sei que aqui não tem rio, mas, antes de fazer a ponte, eu faço o rio também!
Do livro: “Do bestial ao genial ‒ frases da política,
de Paulo Buchsbaum & André Buchsbaum

Nenhum comentário:
Postar um comentário