domingo, 23 de abril de 2017

O apolítico*

*Quem ou o que está fora da política; que não se interessa pela política.


O machão da Internet

O apolítico não se manifesta.
Ele fica em cima do muro.
É um fraco, que não sabe impor sua opinião.
E, por não saber impor nem opinar, é manipulado:
Na sua crença tola e vazia,
No seu casamento dissimulado,
No seu trabalho sem sentido,
Na sua Igreja, como eterno puxa-saco!

Samuel Ranner

“Odeio os indiferentes. Acredito que viver significa tomar partido. Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes. A indiferença é o peso morto da história.”

(Antonio Gramsci - La Città Futura)

O Analfabeto Político

O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato
e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo que odeia a política.
Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política,
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista, pilantra, corrupto
e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

Bertolt Brecht


“Nicole Kidman e Jennifer Aniston são seres apolíticos.
O que preocupa essas jovens atrizes é a maquiagem,
o penteado e o stress com as dietas.”

Shirley MacLaine




Graus da Maçonaria



1°
Aprendiz
1°
2°
Companheiro
2°
3°
Mestre
3°
4°
Mestre Secreto
4°
5°
Mestre Perfeito
5°
6°
Secretário Íntimo
6°
7°
Preboste e Juiz
7°
8°
Intendente dos Edifícios
8°
9°
Mestre Eleito dos Nove
9°
10°
Mestre Eleito dos Quinze
10°
11°
Sublime Cavaleiro
11°
12°
Grão-Mestre Arquiteto
12°
13°
Cavaleiro Real Arco
13°
14°
Perfeito e Sublime Maçom
14°
15°
Cavaleiro do Oriente
15°
16°
Príncipe de Jerusalém
16°
17°
Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
17°
18°
Cavaleiro Rosa-Cruz
18°
19°
Grande Pontífice
19°
20°
Mestre Ad Vitam
20°
21°
Cavaleiro Prussiano Noaquita
21°
22°
Cavaleiro do Real Machado; Príncipe do Líbano
22°
23°
Chefe do Tabernáculo
23°
24°
Príncipe do Tabernáculo
24°
25°
Cavaleiro da Serpente de Bronze
25°
26°
Príncipe da Mercê; Escocês Trinitário
26°
27°
Grande Comendador do Templo
27°
28°
Cavaleiro do Sol; Príncipe Adepto
28°
29°
Grande Escocês de Santo André
29°
30°
Cavaleiro Kadosh
30°
31°
Inspetor Inquisidor Comandante
31°
32°
Sublime Cavaleiro do Real Segredo
32°
33°
Soberbo Grande Inspetor-Geral
33°

Fonte; “A Miscelânea Original de Schott”, de Ben Schott

Hino Maçônico Brasileiro

O hino maçônico brasileiro que você está ouvindo, se tiver placa de som em seu computador, foi escrito pelo Imperador do Brasil Dom Pedro I, cujo nome simbólico era Guatimozim e foi um dos Grão Mestres da maçonaria brasileira. Este hino é um dos mais bonitos da nossa pátria. 
  
A letra é a seguinte: 

Da luz que de si difunde, sagrada filosofia
surgiu no mundo assombrado, a pura Maçonaria.

Maçons alerta, tende firmeza
vingai direitos, da natureza.
Da razão, parte sublime, sacros cultos merecia
altos heróis adoraram, a pura Maçonaria.

Maçons alerta, tende firmeza vingai direitos, da natureza.
Da razão, suntuoso templo, um grande rei erigia,
foi então instituída, a pura Maçonaria.

Maçons alerta, tende firmeza
vingai direitos, da natureza.
Nobres inventos não morrem, vencem do tempo a porfia
há de os séculos afrontar, a pura Maçonaria.

Maçons alerta, tende firmeza
vingai direitos, da natureza.
Humanos, sacros direitos, que calcara a tirania
Vai ufana restaurando, a pura Maçonaria.

Maçons alerta, tende firmeza
vingai direitos, da natureza.
Da luz deposito augusto, recatando à hipocrisia
Guarda em si com zelo santo, a pura Maçonaria.

Maçons alerta, tende firmeza
vingai direitos, da natureza.
Cautelosa, esconde e nega, a profana a gente ímpia
Seus mistérios majestosos, a pura Maçonaria.

Maçons alerta, tende firmeza
vingai direitos, da natureza.
Do mundo o Grande Arquiteto, que o mesmo mundo alumia
Propício protege, ampara, a pura Maçonaria.

Maçons alerta, tende firmeza
vingai direitos, da natureza. 

Guatimozim, Imperador do Brasil.


A trajetória de D. Pedro I foi, ao mesmo tempo, fugaz e fulminante. Em 2 de agosto de 1822 o ainda príncipe regente Pedro foi acolhido pelo Grande Oriente do Brasil como simples iniciante, no primeiro grau, por iniciativa do grão-mestre José Bonifácio. Na reunião seguinte, três dias depois, passou para o grau de mestre. E na sessão de quatro de outubro, ausente Bonifácio, D. Pedro foi aclamado grão-mestre, galgando assim em dois meses todos os degraus da Perfeição Universal – oito dias antes de sua aclamação pública como Imperador do Brasil.

A filiação do príncipe e futuro imperador D. Pedro I ao Grande Oriente em 1822 não foi originalidade brasileira e seguiu modelo comum na Europa. Havia uma espécie de jogo entre os maçons e o poder dos príncipes – aqueles buscando proteção e espaço e estes aproveitando para se legitimarem no campo das “novas ideias” e também controlar este tipo de atividade. Entretanto, a aliança brasileira não durou muito, pois 17 dias depois de ascender a grão-mestre, D. Pedro I proibiu por escrito as atividades maçônicas, assinando-se Pedro Guatimozim. Esse era o apelido maçônico do monarca e o nome do último chefe indígena asteca, chamado de imperador pelos espanhóis, que o assassinaram. 

Maçons famosos

No Brasil

Adhemar de Barros
Américo Brasiliense
Benjamin Constant
Bento Gonçalves
Jânio Quadros
José Bonifácio
Júlio de Mesquita
Lamartine Babo
Lauro Sodré
Pedro de Toledo
Pixinguinha
Quintino Bocaiúva
Rui Barbosa
Vicente Celestino
Washington Luís
Wenceslau Brás

No Mundo

Abraham Lincoln
Alexander Fleming
Benjamin Franklin
Charles Chaplin
Clark Gable
Franklin Roosevelt
George Washington
Henry Ford
Louis Armstrong
Nat King Cole
Neil Armstrong
Winston Churchill 


sábado, 22 de abril de 2017

Oração do Skatista



A Arquidiocese de Porto Alegre aprovou uma oração para skatistas. A ideia foi do padre Claudionir Caron, da Restinga, um bairro popular de Porto Alegre, RS. Ele desenvolve projeto social com mais de 300 crianças.

Ó mãe querida,
Tu que cuidas sempre dos teus filhos,
Protege-me nas manobras da vida,
Dá-me forças para levantar das quedas.
Ajuda-me a superar os obstáculos do dia a dia.
Cura-me as feridas e guia-me pelas estradas da vida,
Que eu possa cuidar do outro,
Que comigo caminha e vive,
Que eu proceda com a certeza
De que teus braços me amparem e sustentem,
Amém.

Outras versões

Pai Nosso dos Skatistas:

Pai nosso que está no céu;
Santificado seja o nosso Skate;
Venha a nossa pista de Skate;
Sejam feitas nossas manobras;
Assim no Street como no Vertical;
As manobras de cada dia e as que nos dai hoje;
Perdoai os nossos palavrões;
Assim como nós perdoamos aqueles que nos reprimem;
Não nos deixais cair no chão;
E livrai-nos dos shapes quebrados;
Em nome do shape, do truck, dos rolamentos e das rodinhas,
Skate!

Oração do Skatista:

Skate que estas nos pés
Santificado seja nosso shape,
Seja feita nossas manobras.
Venha nós a nossa pista,
Sejam feito os nossos slides,
Assim no caixote como no corrimão.
O rolamento nosso de cada dia não estourais hoje.
Perdoais as nossas manobras mal-feitas,
Assim como nos continuamos,
Depois de termos caído.
Não nos deixar cair da ladeira
Amém!


Herança


Fraga


Eu, Estados Unidos do Brasil, vulgo Pindorama, 517 anos, residente na América do Sul, venho a público declarar o que segue.

Tendo em vista a situação precária em que me encontro (com doenças endêmicas e epidêmicas, falido e combalido, inseguro e desgovernado) resolvi antecipar meu testamento. Vai que eu não resista numa emergência do SUS, ou seja, novamente golpeado nas eleições de 2018.

Do que resta do meu pobre e vilipendiado patrimônio, determino assim a partilha aos seguintes destinatários:

Aos sem-terra, deixo todos os latifúndios improdutivos que o Incra há décadas mantém intocáveis. Além dessas grandes áreas, deixo também glebas, acres, hectares, campinhos e quaisquer terrenos baldios, sejam nas áreas urbanas ou na zona rural. Será, enfim, uma reforma agrária, ainda que póstuma.

Aos sem-teto, deixo como abrigo definitivo todo o conjunto dos prédios dos ministérios em Brasília, quase sem serventia atualmente. Também o Senado e a Câmara, todas as Assembleias Legislativas estaduais, idem as câmaras municipais, ambientes pouco frequentados e muito mal aproveitados.

Aos povos indígenas, deixo toda a Amazônia e arredores, mais as minhas matas, bosques e matagais, meus rios e cascatas, onde a Funai não mais terá gerência, ingerências, nem a incompetência das demarcações.

Aos sem transporte, deixo minha desconjuntada malha ferroviária, para que seja recuperada e usufruída pela população sem carro.

Além dos trens, transfiro aos pedestres todas as concessões do transporte público, para pôr fim à interminável e injusta exploração do empresariado abusado.

Aos alunos, estudantes e professores, deixo toda a rede de escolas públicas (municipais, estaduais, federais) para começarem uma experiência de autogestão, inclusive com a adoção do modelo escola com partido. As universidades federais e estaduais também passam para a livre gestão do corpo docente e discente.

Aos desfavorecidos deixo a liberdade de aproveitar meus restos mortais, como matérias primas e recursos naturais, e assim produzir riquezas para todos, tal como antes das capitanias hereditárias. Que seja o fim desse maldito dna.

Para a classe política não deixo nada, pois já me tirou tudo: a saúde, a educação, a segurança, até a esperança.

Essa é a minha vontade, com a qual firmo este documento.

(Se eu vier a faltar, cumpra-se.)

 *****

(Texto do jornal Extra Classe-ORG-BR, março de 2017)


Espelhos, lágrimas e chuvas


Paulo Mendes


Desenho de Lauren De Bacco

Ah, parceiro, se este rosto ressecou, rachou e agora mostra sulcos como uma taquara velha exposta ao sol, eu te garanto, não foi por falta de água. Esta cara, coitada, foi irrigada diariamente pelas chuvas doces e pelas lágrimas salobras. Espera, espera um pouco, talvez a fuça tenha se ressecado por isso mesmo, por tanto aguaceiros frios nas invernias e por tantas soalheiras nos janeiros escaldantes. Sofreu muitos desenganos, enfrentou garoas com vento gelado e, por isso, ficou assim. Não a vejo há tempo, que nem me conheço mais, nem quero ver o meu outro, o de carne e osso, como fazia nas tardes de antigamente. Eu me via no espelho dos açudes, das sangas, ainda guri, e enxergava uma face jovem, sorridente e feliz. Uma cabeça cheia de planos, plena de sonhos. E hoje, confesso, já não os procuro, eu os temo, esses espelhos, pois tenho medo que a imagem refletida mostre-me o verdadeiro rosto de minha alma.

Com o passar dos dias reconheço que perdi o viço e um jeito matreiro de olhar os infinitos, de vasculhar os escuros, de pressentir os avessos. Sinto falta das coisas amadas que perdi, dos amigos que se foram, do calor do fogo de chão, dos dedos de minha mãe alisando meus cabelos, das bolitas, das pandorgas, do gosto da pitanga madura, do cheiro que brotava das panelas sobre o fogão, dos cachorros e dos pelegos sobre os quais sesteava debaixo dos cinamomos. Cadê meu rosto? Será que se perdeu no Sul desse passado sonolento? Ah, essa mania que trago nos alforjes de fazer perguntas cujas respostas vivem nas reticências. Lembro que no pátio de minha infância brincavam os pintos e os passarinhos, fedendo a esterco e a árvores, e ambos traziam rios antes de chover.

As chuvas molhavam minha pele e os meus internos. Um dia ganhei uma capa gaúcha, de baeta colorada, que muito me alegrou. Nessa época, contudo, já sabia que o que molha a gente, de fato, são os rios interiores, os que não têm margens, os que não têm água, só peixes carnívoros. Os espelhos mostraram-me os duplos e me confundiram. Depois, muitos anos depois, aprendi a beber lágrimas na chuva com reflexos cristalizados de minúsculas gotas de sangue. Ah, parceiro, mas não pense que estou me vitimando. Ao contrário. Essas tristezas me forjaram para a luta. E me encontrei na literatura regional, contando causos, inventando personagens, provocando emoções, trazendo à tona os sentimentos esquecidos. Meus e dos leitores. E, sem querer, me fiz escrevinhador de causos e isso, meus amigos, me redime e acalenta. Me ressuscita.

Então volto a mirar meu espelho e, milagre, vejo um guri cheio de vida, de sonho, de esperança e que sorri. Nesta madrugada, monto no lombo de uma estrela prateada, abano o pala colorado para os amigos e sigo meu destino. Ouço o cantar dos galos e um ponteio de milonga enquanto abraço a manhã chuvosa que umedece a minha saudade…

(Da coluna Campereada, de Paulo Mendes, no Correio do Povo)


Quais são os demônios de cada um dos 7 pecados capitais?


por Mateus Graff


A lista dos pecados capitais faz parte da tradição cristã, e nossos vícios estão classificados para os crentes para termos uma ideia clara do que é moral na religião. Eles não são chamados de “Capital” pela gravidade, mas sim por serem cabeça de uma série de pecados que deles derivam. Um pecado é qualquer desvio da ordem divina e da religião cristã, e todos eles tem um demônio por trás. 

No século XVI, Peter Binsfel associou um demônio para cada Pecado Capital, mas vocês sabem o nome deles? Pensando nisso, nós pesquisamos e trouxemos para vocês quais são os demônios de cada Pecado Capital, e temos certeza que vocês vão se surpreender, confiram:

1 – Asmodeus, o demônio da luxúria → Para os teólogos, esse demônio é o regente de tudo que é relativo a questão luxuriosa. Esse é um demônio muito poderoso, pois o sexo e a virilidade estão em elementos cotidianos como tudo que nos tira a nossa paz. Asmodeus caiu no amor com Sarah e impediu que ela se casasse sete vezes. Tempo depois, ele era amante de Lilith, a primeira esposa de Adam, com quem ele teve milhares de demônios.

2 – Belzebu, o demônio da gula → Também conhecido como “O Senhor das Moscas”, um nome que os hebreus aparentemente usaram para zombar as oferendas de carne podres cheias de moscas. Todo mundo sabe que comer exageradamente é um dos sete pecados capitais e pode estar relacionado com a precaução contra os excessos. Pode-se dizer que esse é um dos pecados mais “populares” nos dias atuais, já que não precisamos ir muito longe para achar uma pessoa boa de garfo.

3 – Mamon, o demônio da ganância → A palavra hebraica” Mamom” pode ser traduzido como dinheiro, tesouro e riqueza. Na Bíblia podemos encontrar em Mateus, 6, 24 “Você não pode servir a Deus e as riquezas”, traduzindo: “Não podes servir a Deus e a Mamom”.

4 – Belphegor, demônio da preguiça → Belphegor atenta a humanidade com a preguiça, tentando fazer com que as pessoas tenham riquezas sem esforço. Ele é um dos sete príncipes do inferno.

5 – Amon, demônio da raiva → Esse demônio conhece o passado e o futuro e é responsável por monitorar aqueles que fizeram um pacto com o diabo. Acredita-se ser inspirado no deus egípcio Amon, que odiava os judeus porque tinham submetido seu povo.

6 – Leviatã, demônio da inveja → Leviatã é um tipo de monstro do mar, possivelmente a reencarnação da cobra do paraíso de Adão e Eva. O Santo Thomas Aquinas que o descreveu como o demônio da inveja.

7 – Lúcifer, demônio do orgulho → Lúcifer é o “portador da luz”, o anjo caído que possuí grande beleza de sabedoria, e por seu orgulho tremendo, ele foi lançado ao inferno e se tornou o próprio Satanás.


sexta-feira, 21 de abril de 2017

Mundo Curioso


Acredite se quiser!

→ As pegadas deixadas na Lua, há mais de 50 anos, pelos astronautas Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin, ainda estão lá – tão perfeitas como se fossem marcadas ontem, porque não há vento nem chuva que possa desmanchá-las. Na verdade, é provável que fiquem lá para sempre.

→ Quando o homem aterrissou na Lua, David Trefall ganhou 18 mil dólares. Em 1964, ele fez uma aposta de mil para um, de que um homem colocaria o pé na Lua antes de janeiro de 1971.

→ Uma invasão da Terra por extraterrestres, em 30 de outubro de 1936, causou pânico nos Estados Unidos. Os sistemas telefônicos ficaram paralisados, com pessoas ligando para a polícia, hospitais, jornais, parentes e amigos, a fim de pedir conselhos ou transmitir a notícia que estavam ouvindo em seus rádios. O programa apresentado sob a forma de uma matéria ao vivo, era, na verdade, uma peça adaptada pelo ator Orson Welles, a partir do romance A guerra dos mundos, de H.G. Wells.

→ O explorador Cristóvão Colombo viu um OVNI na noite da véspera da sua descoberta do Novo Mundo.

→ Três homens foram enforcados em Londres por assassinar em Greenberry Hill. Os sobrenomes dos assassinos eram Green, Berry e Hill!

→ Aproximadamente às 4 horas da madrugada de 24 de agosto de 79 da era cristã, o monte Vesúvio entrou em erupção e matou os moradores de Pompeia, enterrando-os sob uma cinza fina, que se petrificou e solidificou com o tempo. Sua carne e órgãos se decompuseram, deixando a forma daqueles que havia morrido.

→ De pé no topo do monte Izaru, na Costa Rica, que se eleva até 3.414 metros, uma pessoa pode ver tanto o oceano Pacífico quanto o Atlântico.

→ A mais alta cachoeira é a Angel, no rio Carrau, na Venezuela. O conjunto de quedas d´água tem um total de 1979 metros de altura, e a mais alta queda isolada possui 807 metros.

→ Com o tempo, o avanço do deserto do Saara em direção ao Mediterrâneo enterrou cerca de 600 cidades romanas.

→ O deserto do Saara ocupa uma área tão grande quanto a dos EUA.

→ A mais alta montanha debaixo d´água tem quase a altura do monte Everest. O monte marinho entre Samoa e Nova Zelândia eleva-se a 8.687 metros,
.
→ O filme Tubarão, (Estados Unidos, 1975) baseou-se na história de um tubarão que aterrorizou as praias de Long Island e matou pelo menos cinco pessoas, no verão de1916. O provável culpado, apanhado com a tíbia de um menino no estômago, não era um grande branco, mas o chamado tubarão-touro.

→ Ham, o primeiro chimpanzé astronauta, testou as condições de proteção à vida a bordo, na missão espacial Mercury americana, em 1961, e voltou sem problemas.

→ No final da década de 50, cerca de 13 cães e quatro macacos morreram antes que os cientistas espaciais fossem capazes de trazer os animais vivos de volta do espaço.

→ Verbofobia é o medo das palavras. Se você leu até aqui, tem pouca probabilidade de sofrer dele e, especialmente, de uma das suas variantes, a sesquipedalofobia – o medo das palavras longas.

→ O compositor clássico Frederic Chopin, nascido em 1810, foi um dos poucos gênios infantis que prosseguiram com sua atividade e alcançaram fama mundial duradoura. Realizou sua primeira tournée internacional de recitais de piano com a idade de 8 anos.

→ Na Roma antiga, Apicius, o gourmet, tinha tanto medo de passar fome que, quando ficou sem tostão, por causa dos gastos com seus fabulosos banquetes, envenenou-se.

→ As cinco mortes mais irônicas:

Francos Bacon, cientista e filósofo inglês, realizava experiência para a preservação de carne, usando neve, mas pegou uma gripe e morreu.

Molière, o dramaturgo francês, adoeceu e morreu quando desempenhava o papel de hipocondríaco em sua peça O doente imaginário.

Bobby Leech, aventureiro americano, sobreviveu a uma passagem pelas Cataratas do Niágara, num barril de madeira, e morreu alguns meses depois quando escorregou numa casca de banana.

Bat Masterson, lendário homem da lei de Dodge City, Kansas, sobreviveu a incontáveis brigas e duelos armados e acabou morrendo tranquilamente, diante da sua escrivaninha.

Will Rogers, humorista americano, morreu num desastre de avião em 1935, e a coluna de jornal que ele acabara de terminar se encerrava com a palavra “morte”.

→ Em 1835, o artista francês Baron Gros ficou tão aborrecido com a crítica feita a uma das suas pinturas que se afogou intencionalmente com um metro de profundidade.

→ Christopher Brisius, da Cidade de Nova York, cria fragrâncias para pessoas que querem ficar com cheiro de lagosta, dente-de-leão, biscoitos ou até de sujeira!

→ O inventor da lâmpada elétrica, Thomas Edison, tinha medo de escuridão.

→ Quando Joseph Gayetty inventou o papel higiênico, em 1875, mandou colocar seu nome impresso em cada folha.

→ Laszlo Biro, inventor da caneta esferográfica, perdeu uma fortuna porque se esqueceu de patenteá-la nos Estados Unidos.

→ Durante uma tempestade, em 1850, o capitão Hanson Gregory, comandante do Donat, comprimiu um prumo sobre um dos canos da roda do leme, a fim de manter ambas as mãos livres para dirigir o navio, e assim nasceu a rosca!

→ O médico francês Theophile de Laennec (1781-1826) inventou o estetoscópio, em 1814, para poupar os sentimentos de uma paciente pudica, enquanto ouvia seus batimentos cardíacos. Formou um cone com uma folha de papel.

→ Charles Lindbergh levou apenas quatro sanduíches em seu famoso voo transatlântico.

→ O romancista inglês Charles Dickens (1812-1870) achava que sua escrita melhoraria se dormisse voltado para o norte. Sempre levava consigo uma bússola, para verificar sua direção.

→ A escritora inglesa Mary Shelley (1797-1851) escreveu Frankenstein quando tinha apenas 19 anos. Em contraste, Alice Pollock, de Haslemere, Inglaterra, publicou seu primeiro livro, Portrait of May Victorian Youth, quando tinha 102 anos.

→ O poeta italiano Dante Alighieri (1265-1321) tinha fobia de velas. Então, treinou um gato para segurar uma vela acesa entre suas patas, enquanto escrevia.

→ O último prisioneiro da Bastilha foi um livro! Por ordem do rei Luis XVI, o Dictionnaire Encyclopédique foi condenado à prisão perpétua pelos crimes de liberalismo e deslealdade para com o Estado.

→ O escritor francês Voltaire (1694-1778) bebia uma media de 70 xícaras de café por dia!

→ Livros que já foram proibidos:

Chapeuzinho Vermelho, conto folclórico, nos Estados Unidos – alcoolismo.

As aventuras de Huckleberry Finn, Mark Twain, nos Estados Unidos – racismo.

As aventuras de Sherlock Holmes, sir Arthur Conan Doyle, na URSS – ocultismo.

Frankenstein, de Mary Shelley, na África do Sul – indecência.

O mercador de Veneza, William Shakespeare, nos Estados Unidos – ofensivo aos judeus.

→ Van Gogh vendeu apenas um quadro em toda sua vida, Vinha vermelha em Arles.


→ O mestre holandês Vincent van Gogh (1853-1890) pintou um quadro por dia, durante os últimos 70 dias da sua vida.

→ Michelangelo (1475-1564) criou uma natureza morta com vinho, frutas, pão e espaguete como uma lista de compras deixada para seu cozinheiro, que não sabia ler.

→ A famosa pintura de Leonardo da Vinci, Mona Lisa, foi inicialmente comprada pelo rei François I, da França, para pendurar em seu banheiro.


→ O Museu do Louvre, em Paris, que abriga a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, tem um exterior com 4 quilômetros de comprimento.

→ Quando o artista francês Cézanne candidatou-se à École des Beaus-Arts, foi rejeitado!

→ O cubista francês Marcel Duchamp trocou a pintura pela escultura e, mais tarde, trocou a escultura pelo xadrez.

→ Em 1961, o Museu de Arte Moderna de Nova York exibiu orgulhosamente Le Bateau, pintura do célebre artista francês Henri Matisse. Passaram-se várias semanas antes que alguém notasse que a tela fora pendurada de cabeça para baixo.


→ Tom Hanks é parente de Abraham Lincoln. Ele é descendente direto da mãe de Lincoln, Nancy Hanks.

→ Vivien Leigh detestou beijar Clark Gable em E o vento levou (EUA, 1939), porque disse que ele tinha um hálito terrível.

→ O sangue usado para a cena de chuveiro no filme de horror de Alfred Hitchcock, Psicose, (EUA, 1960) era, na verdade, calda de chocolate. A cena levou sete dias para ser filmada.

→ Judy Garland (1922-1969) era descendente do ex-presidente americano Ulysses S. Grant.

→ Certa vez, Charlie Chaplin ficou em terceiro lugar num concurso para ver quem mais se parecia com Charlie Chaplin.

→ Bela Lugosi (1882-1996) era um vampiro que não aguentava ver sangue. Famoso pelo papel cinematográfico de conde Drácula, sedento de sangue, Lugosi muitas vezes desmaiava quando via sangue de verdade.

→ Quando Cary Grant (1904-1986) fez o papel de filho de Jessie Landis, em Intriga Internacional (EUA, 1959), ele tinha 55 anos e ela 54.

→ O filme E.T. (EUA, 1982) teve sua exibição proibida para menores de 11 anos, na Suécia, porque as autoridades temeram mostrar pais hostis aos filhos.

→ O camundongo Mickey recebia, por ano, 800.000 cartas de fãs.

→ Um roteiro de cinema escrito pelo presidente Franklin D. Roosevelt, sobre Old Ironsides, um dos mais famosos navios de guerra dos Estados Unidos, foi rejeitado por Hollywood.

→ Em 1993, uma recém-descoberta espécie de aranha foi chamada de Calponia harrisonfordi, em homenagem ao medo do astro de Hollywood, Harrison Ford, de aracnídeos, em seu papel cinematográfico.

→ Astros imperfeitos:

Demi Moore nasceu estrábica.

Clark Gable aparece como menina em sua certidão de nascimento.

Os Oscars eram feitos de madeira durante a Segunda Guerra Mundial, para economizar metal.

Johnny Deep tem fobia de palhaços.

Clint Eastwood é alérgico a cavalos.


(Do livro “Ripley – Acredite se quiser!”)