Benevides* está doente
Quer ajuda, meu irmão,
Ele precisa da gente,
A gente pensa que não,
Pra preservar do perigo
É preciso união.
Garantir a produção,
Sem esgotar a natureza,
Eis a grande questão.
Reciclar é uma beleza,
A coleta seletiva
É melhor com certeza.
Os igarapés estão
A mercê do cidadão,
Que joga lixo neles
Sem ter a preocupação
De acabar com o que existe
Transformando em valão.
A fonte da vida é
A natureza, meu irmão.
Preservar é necessário
Para evitar a extinção.
Se criamos o problema,
Por que não a solução?
A gente joga lixo no canto
E dele logo se esquece.
A cidade fica doente
E todo mundo padece.
Reciclar é necessário,
A nossa vida agradece!
O homem Benevidense,
Que não pensa em preservar,
Não imagina que um dia
Ele pode se encontrar
Com a saúde destruída
E sem ar para respirar!
Benevides, hoje,
Tem problemas graves de verdade.
Encontrar a solução
É nossa responsabilidade.
Então se esperte, companheiro,
Cuide da nossa cidade.
Me decifra ou te devoro,
É o lema da esfinge.
Pra nós é refletir.
Problemas que nos atinge,
Pois se não os decifrar,
Eles vão nos devorar!
Produção coletiva da turma do Sesc Ler,
no município de *Benevides ‒ Pará.

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