(Sexo frágil)
Erasmo Carlos e Narinha
Dizem que a mulher é o sexo
frágil,
Mas que mentira absurda!
Eu que faço parte da rotina de uma delas,
Sei que a força está com elas.
Vejam como é forte a que eu
conheço,
Sua sapiência não tem preço.
Satisfaz meu ego se fingindo submissa,
Mas no fundo me enfeitiça.
Quando eu chego em casa à
noitinha,
Quero uma mulher só minha,
Mas pra quem deu luz não tem mais jeito,
Porque um filho quer seu peito;
O outro já reclama a sua mão,
E o outro quer o amor que ela tiver.
Quatro homens dependentes e carentes
Da força da mulher.
Mulher, mulher,
Do barro de que você foi gerada,
Me veio inspiração
Pra decantar você nessa canção.
Mulher, mulher,
Na escola em que você foi
ensinada
Jamais tirei um dez,
Sou forte, mas não chego aos seus pés.
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Um dos inúmeros clássicos de Erasmo Carlos, o eterno Tremendão, a música “Mulher (Sexo Frágil)” é uma composição do início da década de 1980 e que teve um papel importante na época como propulsora de reflexão sobre o poder das mulheres.
A faixa integra o álbum “Mulher (Sexo Frágil)”, lançado em 1981, e defende as mulheres como verdadeira força dentro da família, colocando os homens (no caso pais e filhos) como carentes e dependentes.

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