Casa-te
Fico
triste quando não te vejo. Casa-te, por que não? E vem viver comigo. Eu te
farei tão feliz quanto possa. Não precisarás trabalhar muito; e, quando
estiveres cansada, poderás recostar em meu colo e eu cantarei para que
descanses... Tocarei para ti uma melodia ao violino quantas vezes me pedires e
tão bem quanto eu possa; e largarei de fumar, se o quiseres... Creio que eu
sempre seria muito bom para ti, porque te amo muito. Não te farei trazer água e
madeira, nem alimentar o porco, nem ordenhar a vaca, nem ir aos vizinhos pedir
leite emprestado. Queres te casar?
(Carta de um pretendente norte-americano, século XIX)
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