O brinde dos farmacêuticos
A
União farmacêutica ofereceu um lauto banquete para a classe médica e
farmacêutica. À hora do brinde, levanta-se um farmacêutico e, depois de breves
palavras, disse:
- Bebo à saúde de todos!
- Ooooooooooh!... –
lamentou a turma.
Corrigiu, então, o orador:
- Bebo à saúde de todos
os presentes!
- Aaaaaaaaaah!... – suspirou a plateia.
Como atravessar uma rua...
Um senhor explica ao seu amigo como atravessar uma rua sem perigo em vários países:
- Na Itália, atravesse a rua de braço com uma loura; na Inglaterra, atravesse acompanhado de um cão; nos Estados Unidos, leve pelo menos três crianças junto; na Alemanha, vista um uniforme de oficial do Exército; na França, use barbas postiças e óculos escuros; no Brasil. não atravesse.
O Poeta e o Asno
Vicente Cardarelli, o grande poeta italiano, estava fazendo 60 anos e seus admiradores e amigos resolveram fazer-lhe uma grande festa de aniversário. Contam que a certa altura da homenagem, que corria muito alegre, um rapaz, desses que aparecem ninguém sabe como, postou-se diante do poeta e gritou:
- O senhor pode ser um grande poeta, mas eu tenho 20 anos! – Ah, ah, ah!
- Meu caro jovem – disse Cardarelli sem se ofender. – Talvez você não saiba que um asno com 20 anos é mais velho que um homem com 60.
Regras são regras!
Homem folgado precisa mesmo ter uma mulher resolvida!
Um
casal, recém-casado, vai para a nova casa e o marido diz:
- Se você quer viver
comigo as minhas regras são estas: as segundas e terças à noite vou tomar café
com os amigos; as quartas, à noite, vou ao cinema com o pessoal; e as quintas,
sextas e sábados, à noite, vou ao bar com os amigos; aos domingos vou deitar
cedo porque preciso descansar! Se quiseres, queres, se não quiseres...
Então,
a mulher responde:
- Para mim, querido, só existe uma regra: aqui em casa todas as noites têm sexo; quem está, está... Quem não está... Azar! É isso aí.
Duas rapidinhas:
A professora para Joãozinho:
- Qual o tempo verbal da frase: “Isso não podia
ter acontecido”?
- É preservativo imperfeito, professora.
O professor de matemática pergunta ao aluno:
- Se você tivesse sete dólares num bolso e sete
dólares no outro, o que teria?
- As calças de outra pessoa, professor!

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