e que quase ninguém percebe…
1 ► Ele começa a responder tudo com... “tá bom”.
Quando ele para de argumentar, de se importar ou até de explicar, não é porque concorda ‒ é porque ele desistiu. Desistiu de ser ouvido, de ser compreendido. Ele sabe que, seja qual for sua opinião, vai parecer errado, então prefere engolir o orgulho e economizar energia.
2 ► Passa mais tempo sozinho do que o normal.
Ele não se afasta porque quer. Se tranca no banheiro, prolonga o banho ou dirige sem rumo por uns minutos extras. Esses momentos de isolamento são a única pausa que encontra para não explodir ou simplesmente sentir que é ele mesmo, longe das cobranças.
3 ► Prefere o silêncio, mesmo quando algo o incomoda.
Ele ouve críticas, provocações ou até comentários que doem, mas escolhe não responder. Não é porque concorda ou aceita, mas porque sente que, se abrir a boca, só vai piorar as coisas. O silêncio vira sua forma de sobreviver em meio ao caos.
4 ► Está sempre com sono, mas nunca consegue descansar.
Ele reclama do cansaço, mas o que realmente o destrói não é o corpo, é a mente. Quando deita, o turbilhão de pensamentos sobre contas, responsabilidades e problemas que ele não sabe como resolver o mantém acordado, noite após noite.
5 ► Evita falar sobre o futuro.
Ele já teve sonhos, planos e ambições, mas agora mal consegue pensar no dia de amanhã. Não é porque não quer, mas porque o futuro parece distante, inatingível e cheio de mais responsabilidades que ele não sabe se conseguirá aguentar.
6 ► Explode por coisas pequenas.
O copo fora do lugar, a mensagem ignorada, a buzina de um carro. Ele não está com raiva dessas coisas ‒ são só o estopim de uma mente saturada, que carrega muito mais do que deveria.
7 ► Faz tudo no automático.
Ele vive um dia igual ao outro, sem entusiasmo, sem brilho no olhar. Trabalha, volta pra casa, come, dorme. Não porque quer, mas porque perdeu a conexão com o que um dia o fazia feliz.
(Texto da internet sem mencionar o autor)

Nenhum comentário:
Postar um comentário