domingo, 5 de janeiro de 2025

Piadinhas curtas

 (sem redundância)

O cara encontra na rua um antigo amigo de escola. Puxam papo e o “amigo” fala a ele: 

‒ Alguém já te disse que és muito bonito. 

‒ Não... 

‒ Pelo menos vives rodeado de pessoas sinceras... 

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 O homem ao chegar ao resort é recebido com simpatia pelo gerente: 

‒ Aqui o senhor vai se sentir como se estivesse na sua casa. 

‒ Então vou embora ‒ respondeu. ‒ Eu vim para relaxar! 

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O chefe de um escritório de uma grande empresa resolveu fazer uma festa de Natal, onde todos deveriam contribuir com alguma coisa comestível. Então, ele deu uma atribuição a cada um de seus funcionários do que cada um deles deveria trazer no dia da comemoração. 

No dia da celebração, uma grande mesa foi armada e decorada no meio do escritório. Ele, todo imponente, ia determinando a cada um dos presentes: 

‒ Seu Deoclécio, coloque a sua salada de maionese na mesa. 

E assim foi feito. 

‒ Seu Epaminondas, coloque a sua farofa na mesa. 

Da mesma forma, isso foi feito. 

Aí chegou a vez do seu Firmino, o funcionário mais novo e humilde da empresa, que não tinha pegado bem o espírito da coisa. 

Falou o chefe: 

‒ Seu Firmino, coloque o seu peru na mesa. 

Acabou com a festa!

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Um homem chega tarde da noite a um hotel de beira de estrada. Ele está cansado e não vê a hora de cair na cama. 

‒ Boa noite, eu gostaria de um quarto para passar a noite? 

‒ O senhor deu muita sorte! Só há um quarto disponível. Mas tem um problema: a cama ainda não está feita. 

‒ Isso não tem problema. Eu mesmo arrumo. 

‒ Ótimo! Aqui tem as chaves, as tábuas, o martelo, os pregos...

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Minha mãe me mandou ir na padaria e comprar dez pães. Pediu, também, se tiver ovo traz seis. 

Perguntei ao balconista: “Tem ovo?” ‒ Ele respondeu: “Tem”. 

Cheguei em casa seis pães. Onde foi que eu errei?

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O cara tinha o apelido de 12 e 59. Sempre que alguém perguntava por quê? Os “amigos” respondiam: Porque a uma em ponto ele sempre dá ...

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A mãe Açaí saiu com seus numeroso filhos para passear pelo bairro onde morava, ela grita para seus rebentos:

‒ O último Açaí fecha a porta!

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- Qual é a sua idade? ‒ pergunta o juiz à velhinha em sua trigésima audiência. 

- Tenho 65 anos! ‒ respondeu ela. 

- Ué, já faz mais de 20 anos que a senhora declara que tem 65 anos... 

- É verdade, meritíssimo! Como pode ver, não sou dessas pessoas que dizem uma coisa hoje e outra amanhã...

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Três velhinhos, ex-militares, conversam cada um justificando aos demais suas mutilações de guerra. 

O que não tinha uma perna: 

- Foi na revolução de 32. 

O que não tinha um braço: 

- Foi na guerra de 45. 

O que tinha a boca torta: 

- Foi em 69...

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‒ Vou demitir o motorista! ‒ disse o marido à mulher. ‒ Esta semana ele quase me matou três vezes! 

‒ Seja compreensivo, querido, por que não dá mais uma chance a ele? 

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Dois velhos amigos estão conversando num boteco. Fala um deles: 

‒ Você sabia, Maneco, que a filha da dona Mariquinha estava fazendo uma refeição na lanchonete aqui do bairro e deu a luz dentro do estabelecimento. O dono falou que a criança vai poder comer de graça ali durante muitos anos. 

‒ É verdade isso? Por que eu não nasci na zona!

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Neta do interior telefona para sua mãe, que mora na capital, para saber noticias de sua avó. 

‒ Mamãe, como a vovó está? 

Responde a mãe: 

‒ Querida, a vovó está em coma. 

Comenta a filha: 

‒ Um dia, eu também vou viajar e conhecer esses lugares...

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Os amigos tinham um parceiro muito gozador, por isso lhe apelidavam de “clube novo”, justificavam o apelido, dizendo que ele sempre estava atrás de um novo membro. 

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Sujeito machista resolve levar a sua recente namorada, que ele conheceu na balada, a um motel. Chegando lá, depois dos drinques para relaxarem e ficar num clima mais sensual, ele já vai tirando a roupa ficando à vontade. 

A moça, um tanto constrangida, pergunta a ele se não vai dizer a ela algumas palavras românticas. Ele, senhor de si, baixando as cuecas mostrando a sua genitália, diz a ela cheio de empáfia: 

‒ Meu bem, nesta hora quem fala é “ele”! 

Ela, muito sarcástica, responde: 

‒ Mas é “só” isso que “ele” tem a me dizer? 

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