domingo, 7 de junho de 2020
Palavras vindas de outras línguas
sábado, 6 de junho de 2020
O lugar
Sete maravilhas do mundo antigo
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Grandeza do mar
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.
Coisas que só as mulheres sabem o significado:
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Tipos folclóricos da Rua Praia
P. S. Outra figura folclórica da Rua da Praia era Joel Granato Veiga, o Camelinho, um dos torcedores mais conhecidos da história do Grêmio, morreu em 10.08.2008, aos 78 anos, na Capital aos 78 anos, segundo o site oficial do Grêmio.
Figura
histórica da Rua da Praia, Camelinho nasceu em Bagé em 1930. Era morador de
Porto Alegre desde que o Grêmio jogava no Estádio da Baixada. No centro da
Capital, ficou conhecido pela sua defesa intransigente e alegre do Grêmio, o
que o transformou em torcedor símbolo do tricolor.
Na foto acima feita em 12.02.1966, ele é o primeiro da fila da esquerda para a direita dos que estão em pé. Os demais são Cleo, Ortunho, Airton, Aureo, Altemir, Alberto. Agachados: Adroaldo Marques, João Severiano, Alcindo, Sérgio Lopes, Wolmir Massaroca e Ataídes Carvalho. No dia que foi feita esta foto, o Grêmio jogou em Santa Maria na inauguração do estádio do “colorado santamariense” − Internacional − que ao que parece até hoje não ficou pronto.














