quinta-feira, 22 de maio de 2014

Placa de gordura em artéria




Segundo médicos, gordura barra o fluxo de sangue nas artérias, o que causa pane no coração.

São as placas de gordura que se acumulam nas artérias do coração que causam o infarto. Essas placas se soltam e entopem as artérias levando o coração a uma pane. Quando mata na hora, é o infarto fulminante. De acordo com os médicos, quando a placa se rompe, ela forma um coágulo, que obstrui a artéria e impede a chegada do sangue ao coração.

Com isso, o músculo cardíaco e seu funcionamento se descontrolam – seus batimentos aceleram ou reduzem. Acontece, então, a parada cardíaca, que pode levar o paciente à morte.

De acordo com os médicos, a intensidade do infarto depende da artéria atingida e da dimensão da obstrução. Há casos em que a obstrução não é total e, por isso, o infarto não é fulminante.

Eu posso ter infarto


Se você passa o dia muito estressado e preocupado com trabalho, tem diabetes, fuma, sofre de hipertensão, possui níveis de colesterol alto, é sedentário, obeso ou possui histórico familiar de problemas coronarianos, pode ter uma certeza: você está no grupo de risco de pessoas que podem ter um infarto, independente de idade ou de sexo.

É o que revelou um estudo suíço publicado no periódico JAMA Internacional Medicine. Segundo os pesquisadores, em mulheres não é possível diferenciar a dor no peito decorrente do infarto daquela originada por problema como ansiedade ou refluxo gastrointestinal. Para o diagnóstico, são necessários exames a exemplo do eletrocardiograma, que mede a atividade cardíaca, e o de sangue, à procura de troponinas – proteínas liberadas na corrente sanguínea quando o músculo cardíaco sofre danos.

Dor não deve ser ignorada

Além disso, é preciso que seja verificada a presença de outros sintomas associados a infartos, como náuseas, vômitos e dores nas costas, no pescoço e na mandíbula.

Os pesquisadores esclarecem que, apesar das diferenças, as mulheres não devem ignorar a dor como sintoma de um infarto. A recomendação médica ao sentir dor no peito continua sendo a de procurar um hospital o mais rápido possível.

Como acontece um infarto

1.      Placas de gordura se acumulam dentro das artérias do coração.

2.      Uma placa de gordura se solta e forma um coágulo na artéria.

3.      O coágulo obstrui a passagem de sangue, que deixa de irrigar o músculo cardíaco.

4.      Sem irrigação, o músculo cardíaco começa a necrosar e sofre arritmias.

5.  As arritmias fazem com que o coração funcione de forma descontrolada (acelerado ou lento demais).

6.      O coração acaba parando de funcionar e há a parada cardíaca.

Sintomas

  1. Falta de ar.
  2. Mal-estar.
  3. Suro frio,
  4. Dores no peito ou nas costas.
Fatores de risco
  1.  Sedentarismo
  2.  Obesidade
  3.  Tabagismo
  4.  Diabetes
  5.  Má alimentação
  6.  Estresse
  7.  Outros casos de infarto na família
  8.  Pressão alta
  9.  Colesterol elevado
  10.  Idade (homens com mais de 55 e mulheres com mais de 65).
Por alguns infartos são fulminantes e outros, não?

Segundo os médicos, a intensidade do infarto depende da artéria atingida e da dimensão da obstrução. Há casos, por exemplo, em que a obstrução não é total. Por isso, o infarto não é fulminante.

Prevenção


  1. Manter bons hábitos.
  2. Manter a pressão arterial controlada.
  3. Evitar o excesso de peso.
  4. Praticar atividades físicas.
  5. Fazer exames regularmente.
  6. Ter acompanhamento médico em caso de histórico familiar de problemas cardíacos.
Exames que identificam se o paciente tem placa de gordura nas artérias*

1.      Cateterismo.

2.      Angiotomografia.

*Esses procedimentos devem ser indicados pelo médico.

Exames que identificam a placa de gordura nas artérias

1.      Angiotomografia: para quem é indicado:

→ Pacientes saudáveis que, após passar por exames de rotina (eletrocardiograma, de sangue e esteira), queiram um estudo mais detalhado das artérias.

→ Paciente com fatores de risco.

2.      Cateterismo: indicação:

→ Ex-infartados

→ Diabéticos

→ Hipertensos

→ Em casos de emergência, para avaliar se é preciso cirurgia.

(Jornal O Sul de 21 de maio de 2014) 


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