sábado, 17 de maio de 2014

Tiro pela culatra



Primeira história

Um agricultor, farto de lhe roubarem as melancias do quintal, colocou uma placa com o seguinte aviso:

“Uma destas melancias está envenenada!”.

Quando os amigos do alheio passaram lá à noite, não comeram nenhuma das melancias, mas deixaram também uma outra placa.

De manhã, ao acordar, o agricultor foi contar as melancias e ficou todo contente por não lhe faltar nenhuma, mas, depois, reparou na placa nova e leu o que dizia:

“Agora há duas melancias envenenadas!”.


Segunda história

Um sujeito, num bar lotado com o caneco de chope de 400 ml quase cheio e com vontade de ir ao banheiro, coloca ao lado do copo o seguinte aviso:

“Cuspi no meu chope!”.

Ao voltar do toalete, viu que algo estava escrito abaixo do seu aviso:

“... E eu também!”.


Terceira história

O tiro da intolerância sempre sai pela culatra, como vemos.

A deliciosa história a seguir é mais um exemplo.

Durante uma temporada teatral em Chicago, a atriz Sara Bernhardt foi violentamente atacada por um bispo da Igreja Episcopal, que a chamava no púlpito de “prostituta da Babilônia”.

Quando a temporada – com casas lotadas – terminou, Sarah Bernhardt enviou um cheque para o bispo, com o seguinte bilhete:

“Estou acostumada a gastar 400 dólares de publicidade sempre que chego numa cidade. Como o senhor se encarregou de metade da promoção, segue um cheque de 200 dólares para a paróquia”.


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