quarta-feira, 7 de maio de 2014

Saúde-Anote na agenda




Mesmo sem apresentar sintomas, alguns exames devem ser realizados,
periodicamente, sempre com a orientação do seu médico.


          
EXAME
QUANDO
PERIODICIDADE

Dosagem da glicemia, em jejum, de colesterol e triglicérides.


18 anos em diante.

Anual.

Palpação dos testículos e, eventualmente, ultra-sonografia. (prevenção de câncer de testículo)



18 anos em diante.



Anual.

Toque retal e dosagem de PSA.

50 anos em diante.
Se houver histórico familiar de tumores de próstata, a partir dos 40.*



Anual.


Colonoscopia. (endoscopia para verificar existência de pólipos no cólon, parte do intestino grosso)


50 anos em diante.
Se houver histórico de câncer colorretal, a partir dos 40.

A cada dez anos
(resultado normal),
a cada cinco anos
(normal, porém com histórico)
ou de um a três.
(se houver um ou mais pólipos)


Dosagem de homocisteína. (aminoácido que, em níveis anormais, predispõe às tromboses)


18 anos em diante.
Somente para quem tiver histórico familiar de doença cardíaca grave.



Anual.

Dosagem de Proteína C Reativa. (marcador de doença cardíaca)

18 anos em diante.
Somente para pessoas com risco moderado para males cardíacos.


Anual.

Eletrocardiograma de esforço.

18 anos em diante.
Somente se a pessoa tiver dois ou mais fatores de risco para enfermidades cardíacas
.



Anual.

Palpação, ausculta e, eventualmente, ultra-sonografia do abdome. (prevenção de aneurisma da aorta abdominal)



50 anos em diante.



Anual.

Audiometria.
(para rastrear deficiência auditiva)


A partir dos 50 ou antes.
Caso haja exposição crônica a ruídos.


Anual.

Medição da pressão ocular e do campo visual. Exame de fundo de olho.
(rastreamento do glaucoma)


      A partir dos 50 ou antes.
Caso haja histórico de glaucoma na família.



Anual




* O histórico familiar envolve apenas parentes de primeiro grau (irmãos e pais).
Observação: recomenda-se ainda fazer sorologia para hepatite C (quem recebeu transfusão, fez piercing ou tatuagem) e para hepatite B, HIV e sífilis (quem adota comportamento sexual de risco).
Fonte: Nélson Carvalhaes – Fleury Centro de Medicina Diagnóstica (SP)


Revista “Isto É”, de 29/10/2003.

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