O burro morto
Um burro morreu bem em frente de uma Igreja. Como uma semana depois o corpo ainda estava lá, então o padre da paróquia local resolveu reclamar com o gestor municipal da cidade:
‒ Prefeito, tem um burro morto em frente da Igreja há quase uma semana!
E o prefeito, negacionista ferrenho, grande adversário político do padre, retrucou:
‒ Mas, padre, não é o senhor, grande humanista e defensor das causas socialistas e espirituais, é que tem a obrigação de cuidar dos mortos?
‒ Sim, sou eu mesmo! ‒ respondeu o padre, com serenidade. ‒ Mas também é minha obrigação avisar os parentes do morto.
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O professor irritado
Irritado com os alunos desinteressados em sala de aula, o professor lança um desafio.
‒ Quem se considerar burro, faça o favor de ficar em pé.
Todos se mantêm sentados, até que o melhor aluno da classe decide se levantar.
‒ Então quer dizer que o senhor se acha burro? ‒ indaga o mestre com um sorriso irônico nos lábios.
‒ Bem, pra dizer a verdade, não. Mas fiquei com pena de ver o senhor aí em pé, sozinho...
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Certa vez, um professor de português pediu a Apparício torelly, o Barão de Itararé, que conjugasse um verbo qualquer no tempo mais que perfeito. “O burro vergara ao peso da carga”, respondeu o jovem. Nada demais, não fosse Oswaldo Vergara o nome do tal professor.
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Um dia, um burro foi à escola para aprender a ler. Depois de muito esforço e dedicação, conseguiu se alfabetizar.
Agora mesmo ele está lendo esta mensagem...

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