Um aluno aborda o seu
professor de Português em sala de aula:
‒ Professor, eu tô com um
“pobrema”.
E o professor, irônico:
‒ “Pobrema!”. Eu acho que você está com dois. Um eu já sei qual é...
**********
Outro aluno, um pouco
apreensivo, dirige-se ao professor de Português:
‒ Professor, eu posso ir à
secretaria para dar uma “telefonada”?
E o professor, sem tirar os
olhos do livro de chamada:
‒ Tudo bem, pode ir. Agora, só me diga uma coisa: Na cabeça de quem?
**********
‒ Professor, eu faltei à sua
prova ontem porque a minha irmã foi “estrompada”.
‒ A sua irmã e também a Língua Portuguesa.
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‒ Professor, o senhor
melhorou da operação?
‒ Operação? Que operação?
‒ Ontem o senhor falou que estava depauperado!
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‒
Professor, a minha mãe não gostou do que o senhor me mandou fazer
‒
Não entendi. O que eu mandei você fazer
‒ Tá escrito aqui: “O seu texto é prolixo.”
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‒
Professor, o que é sopra no ligeiro?
‒
Onde está escrito isso?
‒
No meu livro de música.
‒ Livro de música? Deixa-me dar uma olhada. Ah! ... Soprano ligeiro...
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‒ Professor, o que é um
“diplomata inútil”?
‒
Diplomata é a pessoa que representa o seu país no estrangeiro. Inútil é alguma
coisa sem nenhuma utilidade. Por que a pergunta?
‒
É que eu estou procurando um emprego, achei um na casa de um “Diplomata
inútil”.
‒ Deixa eu dar uma olhadinha no anúncio: “Precisa-se de uma babá para a casa de um Diplomata. Inútil apresentar-se sem referências.”
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‒
Professor, onde eu posso fazer um curso de Língua Russa?
‒
Língua Russa,
‒
Não quero nenhum deles. Tem que ser Russo!
‒
Se não serve nenhum deles, tenta fazer um curso de Português.
‒ Português eu não “perciso”.

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